sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Corinthians 4 x 4 Chelsea em 1929

Nos Estados Unidos, a bolsa de valores de Nova York entrava em colapso no histórico crack de 1929. No mesmo ano, nasciam o ativista Martin Luther King e o líder político palestino Yasser Arafat, vencedores do prêmio Nobel da Paz em 1964 e 1994, respectivamente. Para a torcida do Corinthians, dois acontecimentos marcaram aquele ano. A conquista do sétimo título paulista e um amistoso contra quem pode decidir o Mundial de Clubes , em 16 de dezembro, em Yokohama, no Japão. Em 4 de julho de 1929, ou seja, há exatos 83 anos, o Timão enfrentava o Chelsea no palco do seu maior rival: o Palestra Itália, do Palmeiras.

Ao todo, foram 16 partidas na América do Sul, com cinco vitórias, oito derrotas e três empates. Um dos times que não se intimidou diante do Chelsea foi justamente o Corinthians, campeão paulista de 1929, no jogo de número 386 em 102 anos de história do atual campeão da Libertadores. Na tarde daquela quinta-feira, 4 de julho de 1929, os dois times protagonizaram um jogaço em um ambiente pouco familiar para o Corinthians: o velho estádio Palestra Itália.

Corinthians e Chelsea posam para as fotos no Palestra Itália antes do duelo de 1929

A FICHA TÉCNICA DO ÚNICO DUELO
CORINTHIANS 4 x 4 CHELSEA-ING
Amistoso Internacional

Quinta-feira, 4 de julho de 1929 (tarde)
Estádio: Palestra Itália (Parque Antártica), em São Paulo
Árbtiro: Ângelo Benjamin Bevilácqua
Gols: Jackson, Walsin, Elliot, Gambina, Grané e Gambinha (1º tempo); De Maria e Elliot (2º tempo)
Público e renda: não divulgados
Corinthians
Tuffy, Grané e Del Debbio; Nerino, Guimarães e Leone; Apparício, Peres, Gambinha, Rato e De Maria.
Técnico: Virgílio Montarini
Chelsea-ING
Millington, Smith e Law; Russel, Roggers e Bishop; Meredith, Crawford, Elliot, Walsin e Jackson
Técnico: David Calderhead




quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Esse é o oitavo título da série Mestres do Universo, lançada pela DC Comics em formato digital.
Ao completar 27 anos, She-Ra ganha uma HQ sobre seus anos como acólita de Hordak.
Quem assistia aos desenhos da série Mestres do Universo, nos anos 1980, sabe que a princesa Adora foi sequestrada ainda bebê, por Esqueleto, e levada para o planeta Etheria, onde foi criada pelo maligno Hordak.
Hordak treinou Adora para fazer parte do exército da Horda. Ela cresceu acreditando que os rebeldes representavam o mal, e a Horda, o bem. Porém, seu irmão Adam (He-Man) a faz enxergar a verdade e ela recebe a Espada da Proteção, com a qual se transforma em She-Ra e passa a lutar pela causa dos rebeldes.
     
Essa nova HQ foi escrita por Mike Costa e desenhada por Drew Edward Johnson, e foca nos anos em que Adora era o braço direito de Hordak, cometendo crimes e assassinatos em nome da Horda.
“Em seu cerne, ela não é a assassina fria e mortal da Horda. Ao longo da história, podemos ver como ela foi educada dentro de rígidos padrões, e treinada para fazer coisas que são contra a sua natureza. Tentei mostrar em um par de closes que seus olhos não são os de uma assassina. Cheguei a dividir seu rosto no meio, coincidindo com os limites dos requadros, para mostrar sua natureza dividida”, afirmou Drew Edward Johnson.Os fãs estão gostando muito dessa nova série, tanto que o próximo lançamento deve ser uma minissérie impressa em que Esqueleto – tendo reescrito as leis da realidade em Eternia – governa de dentro do Castelo de Grayskull.
A DC Comics confirmou o lançamento de mais quadrinhos da recém adquirida franquia He-Man and the Masters of the Universe, desta vez digitais.
 Em abril, a editora publicará (em papel) uma nova série baseada nos clássicos personagens da TV escrita por James Robinson e desenhada por Philip Tan.
Criada com o intuito de apresentar novos personagens e outros aspectos do mundo de Etérnia, esta nova série digital começa com uma edição escrita por Geoff Johns e desenhada por Howard Porter, a mesma equipe do Flash de anos atrás.
Nesta primeira edição, já lançada na plataforma digital por 99 centavos, Johns conta a história do personagem Sir Laser Lot (brincadeira com o nome de Sir Lancelot). A série ainda terá textos de Mike Costa e Kyle Higgins, além das artes de Jheremy Raapack e Pop Mhan.
Esta entrada foi publicada em Quadrinhos e marcada com a tag DC Comics, Geoff Johns, He-Man, He-Man and the Masters of the Universe, Howard Porter, James Robinson, Jheremy Raapack, Kyle Higgins, Mike Costa, Philip Tan, Pop Mhan. Adicione o link permanente aos seus favoritos.
O lançamento é em março de 2013. A arte é do brasileiro Renato Guedes.

O anúncio da saída de Karen Berger do selo Vertigo coincidindo com o cancelamento de Hellblazer e o novo título Constantine mostra que novos tempos para os quadrinhos estão chegando. E não parecem nada bons. Aqui está a capa de Constantine #1.
Não me agradou mas enfim isso é o que veremos uma vez que agora o velho John faz parte dos Novos 52 e está na Liga da Justiça Dark (sabe-se lá até quando).



Finalmente chega ao Brasil, através da Editora Panini, a nova revista mensal de John Constantine, mago inglês mais querido (e odiado) do mundo dos quadrinhos. Com o fim da revista “Hellblazer” nos EUA, ocorrida no número 300, a editora americana lançou a revista #1 do novo John Constantine, escrita por Jeff Lemire (Sweet Tooth e Homem-Animal) e Ray Fawkes (Batgirl, Liga da Justiça Sombria) com traços do brasileiro Renato Guedes (Action Comics, Adventures of Superman, Smalville), aproveitando para inseri-lo no novo universo criado por ela a partir do surgimento dos Novos 52. Ele agora está mais novo, solteiro e sem a cicatriz que virou sua marca nas últimas edições de Hellblazer. De cara vemos que a editora quer fazer uma distinção desta nova versão do herói da publicação anterior, mudando o nome da revista para “Constantine”.
Acho que a primeira e mais chocante novidade para os fãs do personagem é que ele não faz mais parte do Universo Vertigo, selo criado pela DC em separado do universo dos super-heróis, e que possuía histórias mais maduras voltadas para um público mais adulto. Constantine retorna ao Universo DC, onde havia surgido originalmente nas páginas da revista “Swamp Thing” (“Monstro do Pântano”) com todos os super-heróis da editora existindo no mesmo universo. Percebemos isso logo no início da revista quando vemos Constantine olhando para o céu observando o Lanterna Verde cruzando o espaço de… Nova York!

Dossiê Jim Lee

É considerado um dos maiores desenhistas do mundo, e ganhou o prêmio especial de Harvey por novo talento em 1990, escritor, criador e editor é conhecido pelo seu estilo detalhista e dinâmico, é um dos mais conhecidos no mundo dos quadrinhos nos EUA.


O ano era 1964,o mês :agosto, dia 11...nascia Yong Chul (nome verdadeiro) em Seul-Corea do sul.teve algumas aulas de arte aos 4 anos,aos 5 migrou para os EUA para a cidade de Missouri. Mesmo gostando tanto de desenho acabaria por optar em seguir os passos do pai-como médico.Em 1985 Chegou à formar-se em medicina pela universidade de Princeton-Nova Jérsei.indo trabalhar como voluntário em um laboratório de pesquisas,limpando resíduos radioativos. E foi justamente nessa fase que o interesse por desenho voltou a crescer. Teve alguns cursos de arte no colegial e na escola de verão mas nada sério até seu ultimo ano na faculdade. estava muito entusiasmado e inspirado com o trabalho de artistas como Barry-Windsor-Smith(o preferido),Frank Miller,Kevin Nowlan,Milo Manara entre outros...Jim Lee passou a desenhar feito louco aprimorando seu desenho. Depois, junto com o amigo Brandon Choi foi bater na porta da poderosa Marvel comics: propondo uma série em quadrinhos-WildBoys.o máximo que conseguiu foi ficar esperando uma resposta.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O Incrível Hulk 2 pode levar para os cinemas Planeta Hulk ou… HULK CONTRA O MUNDO
É interessante ver a nova versão do Hulk construída pela Marvel Studios. Nas HQs o personagem já teve uma série de versões, saindo do grandão bobo e chegando até no vilão que domina a Terra no futuro, mas, até então, o que tínhamos na TV e no cinema era, basicamente, “o cara que surgia e arrebentava tudo apenas para ficar sozinho, apesar do bom coração”. A partir de O Incrível Hulkvemos a mudança no caráter do Gigante Esmeralda, culminando no herói sensacional que é visto em Os Vingadores. Sendo assim, é de se imaginar: como seria um filme solo desse ~novo~ Hulk?
Não há, por enquanto, um projeto para O Incrível Hulk 2, mas Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, já está dando algumas pistas sobre o futuro. No caso, sobre a Fase 3 – e olha que eles mal começaram a gravar a Fase 2…
“Você acredita que o Hulk pode carregar um filme no qual ele seja tão divertido quanto foi em Os Vingadores? Eu acredito nisso. Eu acredito que ele pode. Certamente nós não vamos tentar nada antes de Os Vingadores 2. Então temos bastante tempo para pensar sobre isso”, disse Feige para o Splash Page.
Ou seja: veremos novamente o Hulk sozinho a partir de 2016, quando o Universo Marvel dos cinemas já estiver bem estabilizado. Nesse meio tempo ainda será gravada aquela série de TV do personagem, produzida pelo Guillermo Del Toro, que ainda não sabemos como irá conversar com o resto dos filmes e com a série de TV da S.H.I.E.L.D. No entanto, dá para acreditar que tudo será interligado e, com uma produção de TV acontecendo, apenas um grande evento poderia justificar um novo filme do Hulk. Pelo jeito, Feige pensa a mesma coisa…

“Não acho que existam muitas coisas que NÃO possamos fazer um dia, já que o universo cinematográfico continua a crescer tanto quanto o universo dos quadrinhos. Planeta Hulk é uma história legal. Hulk Contra o Mundo é uma história legal”, disse o cara na mesma entrevista.

 

Guillermo Del Toro confirma que está ~discutindo um filme com monstros e mágicos da DC Comics!
 
Vale lembrar que o próprio Del Toro já tinha externado a ideia de trabalhar com esses personagens. Agora, ele confirmou ao MTV Geek que está sim querendo se envolver com um projeto desses, que está sendo chamado de Heaven Sentpela WB. E que poderia também receber o título deJustice League Dark, afinal lembra (ao menos até agora) o que vem sendo feito nessa HQ de Os Novos 52.
Del Toro não deu muitos detalhes sobre como é o tal projeto, mas mencionou que todo mundo sabe o quanto ele lia o Monstro do Pântano quando era apenas um menino gordinho no México, bem como Etrigan, além de amar o Constantine. Dito isso, é de se imaginar que os três devam estar no filme, CASO ele aconteça.
Afinal, o Del Toro foi bem direto: AINDA está discutindo o envolvimento com o projeto, que pode nem acontecer. Vamos torcer.
Guillermo Del Toro diz que quer trabalhar com o Dr. Estranho, Etrigan e o Monstro do Pântano

Guillermo Del Toro é o produtor da nova série de TV do Hulk, que já está caminhando pelos corredores da Marvel e da Disney há uns dois anos. Ao que parece, a produção não andou até agora por faltar um pequeno detalhe: o roteirista. Ainda assim, Del Toro começou a fazer comentários na imprensa sobre outros personagens que gostaria de adaptar. E nem todos são da Marvel…
A entrevista, como você pode perceber, era sobre o envolvimento do cineasta com monstros. Porém, chama a atenção o fato dele ter misturado, na mesma frase, dois personagens da DC e o Doutor Estranho, que não é monstro, mas sim um personagem místico — e é da Marvel.
Isso pode significar apenas uma vontade dele, enquanto diretor e produtor, de se envolver com os três personagens em algum dia, independente do estúdio. Del Toro, por exemplo, irá lançar Pacific Rim pela Legendary/Warner. Ou seja, o cara tem acesso tanto aos personagens da DC quanto da Marvel.
Por outro lado, é possível enxergar que a tal frase pode ser uma forma de fazer pressão interna dentro da Marvel Studios. Não existem filmes do Monstro do Pântano ou do Etrigan em desenvolvimento, porém, na Casa das Ideias, há a intenção de produzir um filme com o Estranho. Kevin Feige, presidente do estúdio, já disse isso. E, de certa forma, o Del Toro sempre arranja um jeito de citar o personagem místico em entrevistas. Essa não foi a primeira vez.
Não sei, mas diria que essa foi a maneira do cara dizer “hey, tem outros personagens que eu gosto, então se não deixarem eu dirigir um filme do Doutor Estranho, vou ajudar o concorrente”. Justo. No final, a Marvel deve acabar concordando. Até porque, de acordo com outro boato, Stephen Strange deve fazer uma participação em Thor: O Mundo Sombrio. Será até mais fácil colocá-lo na Fase 3 do Universo Marvel Cinematográfico.
Apesar que eu pagaria pra ver um filme do Monstro do Pântano do Guillermo Del Toro, e vocês?
Novo pôster animado de The Wolverine é o que você pode chamar de legal!!!!!!!!!

Apresenta uma contagem regressiva que parece indicar a divulgação de um primeiro trailer



O primeiro contato mais ~próximo~ que tive com Pacific Rim, o novo filme do Guillermo del Toro, foi lá na San Diego Comic-Con. Já sabia da produção, tinha até escrito alguns textos sobre ela aqui no JUDÃO, mas foi ali que surgiu o primeiro passo para realmente se empolgar com o filme – que, até aquele momento, parecia ter muita coisa de animê e mangá na concepção, o que não é ruim, ao contrário.



O fotógrafo Joaquim Nabuco descobriu arte na arquitetura, design de interiores e paisagens projetadas por seus companheiros brasileiros. Por meio de mais de 160 imagens grandes e vívidas, Nabuco convida a uma viagem por mais de 15 propriedades, incluindo casas de madeira nas montanhas do Rio de Janeiro, casas de praia nas cidades de Búzios e Angra dos Reis, vastos jardins em fazendas, restaurantes, hotéis e mais. Fuja para lugares mais simples nos quais os espaços interiores e exteriores são enriquecidos pela simplicidade estilista, tradições locais, cores vibrantes e uma grande harmonia com os arredores de rica fauna tropical. Clarabóias, paredes de vidro, alpendres, e espaços de lazer exteriores oferecem designs práticos para aproveitar este paraíso e a arte de sua construção. Designers de renome incluem o arquiteto com reclicagem ardente e artística Hélio Pellegrino, paisagistas impressionistas e projetistas de campos de golfe Sonia Infante e Paulo Antonio Azevedo e o modernista global Oscar Niemeyer. Este é um perfeito estudo fotográfico para fãs, alunos e professores de arte, arquitetura e design.

Joaquim Nabuco


Volte ao paraíso com outra coleção irresistível de imagens do fotógrafo brasileiro Joaquim Nabuco. Em mais de 150 imagens, coloridas e em preto e branco, as mulheres deslumbrantes do Brasil embelezam as paisagens tropicais, incluindo locais com montanhas, selvas, praias e locais históricos. Há ainda fotografias em que as modelos fazem pares com a vida selvagem indígena do Brasil, como onças e araras. Head back to paradise with another tantalizing collection of images from Brazilian photographer Joaquim Nabuco. In more than 150 color and black and white images, the stunning women of Brazil grace equally beautiful tropical landscapes, including locations with mountains, jungles, beaches, and historical sites. There are even photographs that couple models with Brazil's indigenous wildlife like jaguars and macaws. By eliciting rich and radiant responses from these "Braziliangels," Nabuco is able to introduce the diverse characteristics of women from different regions of Brazil. From the mysterious beauties of the south to the spicy women of the north, this collection makes it very clear why Brazil is known as the home of supermodels. Quotes from Brazilian artists and poets about the beauty of their nation's fairer sex confirm this. But Nabuco's models come from all walks of life, some are actresses, TV personalities, journalists, biologists, and fashion designers, and all celebrate the paradise that is Brazil.



The themes revealed by this fresh collection of art nudes tells a story of Brazil's culture and the angels who grace its natural beauty. Photographer Joaquim Nabuco's collection of art photos creates a lush, whimisical, and sensual landscape that revolves around the feminine, exotic, and vibrant character of these women.  A rare opportunity to appreciate the incomparable beauty of Brazil's women in the equally striking environs of this tropical paradise. These art nudes are lush, whimsical and sensual, like the vibrant character of these gorgeous women. Shot on beaches, forests and in big cities like Rio de Janeiro, this is an insider's look at that rare species of Brazilian babe.

É uma coletânea de histórias em forma de notas esboçadas por J.R.R.Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis. Essas histórias nunca foram terminadas quando o autor estava vivo, mas foram compiladas por seu filho, Christopher Tolkien e publicados em 1980 no Reino Unido. Ao contrário de O Silmarillion, também uma obra póstuma, em que Christopher Tolkien teve de fazer certas alterações no texto para dar consistência, Contos Inacabados é apresentado exatamente como foi deixado por Tolkien pai antes de morrer. Por causa disto, o livro vem acompanhado de inúmeras notas que explicam certos pontos obscuros e/ou inconsistente dos textos.
Pode-se ver no livro explicações mais detalhadas, muitas vezes novas, sobre coisas faladas no Silmarillion, no Senhor dos Anéis e em O Hobbit, daí o nome Contos Inacabados. Nele conhecemos a história dos magos, os Istari, do qual Gandalf faz parte, sabemos mais sobre a história de Tuor após seu encontro com o deus Ulmo das Águas e muitas outras coisas.




Meu pai disse mais de uma vez que “A queda de Gondolin” foi o primeiro conto da primeira Era a ser composto, e não há evidências que contradigam sua lembrança. Em uma carta de 1964, declarou que o escreveu - 'da minha cabeça' durante uma licença por enfermidade no exército, em 1917”, e em outras ocasiões indicou a data como 1916 ou 1916-17. Em uma carta que me escreveu em 1944, disse: “Comecei a escrever O Silmarillion em barracas de campanha do exército, apinhadas, cheias do barulho dos gramofones”: e de fato alguns versos onde constam os Sete Nomes de Gondolin foram rabiscados atrás de uma folha de papel que estipula “a cadeia de responsabilidades em um batalhão”. 0 manuscrito mais antigo ainda existe, e ocupa dois pequenos cadernos de exercícios escolares; foi escrito rapidamente, a lápis, e depois, em grande parte de sua extensão, foi recoberto com escrita a tinta, e intensamente revisado. Com base nesse texto minha mãe, ao que parece em 1917, fez uma cópia a limpo; mas essa, por sua vez, continuou a ser substancialmente revisada, em época que não consigo determinar, mas provavelmente em 1919-20, quando meu pai estava em Oxford na equipe do Dicionário, então ainda incompleto. Na primavera de 1920, foi convidado a ler um trabalho perante o Essay Club do seu college (Exeter); e leu “A queda de Gondolin”. Ainda sobrevivem as anotações do que pretendia dizer à guisa de introdução no “ensaio”. Nelas, desculpava-se por não ter conseguido produzir um trahalho crítico, e prosseguia: “Portanto tenho de ler algo que já está escrito, e em meu desespero recorri a este Conto. Naturafmente nunca antes viu a luz do dia (...) Um ciclo completo de eventos num Mundo Élfico que eu próprio imaginei vem crescendo (melhor, sendo construído) há algum tempo em minha mente. Alguns dos episódios foram rascunhados (...) Este conto não é o melhor deles, mas é o único que até agora chegou a ser revisado, e que, por insuficiente que seja essa revisão, ouso ler em voz alta.”
É uma história sombria, definitivamente a mais sombria de Tolkien. Arrepia a alma e meu coração bate mais forte. Tenho dito.

Os Filhos de Húrin trata do desfecho histórico e trágico da família de Húrin, especialmente através dos passos errantes do seu filho, Túrin Turambar, que quer dizer “Mestre do Destino”. Bom, o épico não foi finalizado por Tolkien, que deixou alguns trechos inacabados e pontos em discordância. Mas a história é uma das mais completas e desenvolvida d’O livro dos contos perdidos. Sobre a história, Tolkien afirmava que era um conto compreensível por si só, mesmo com um conhecimento vago do plano de fundo, mas não isentava a importância que esses contos “isolados” mantinham com a história geral, sendo eles “elos fundamentais do ciclo”. O mestre responsável pela bela organização do vasto material espalhado por aí em folhas soltas e notas de rodapés foi seu filho Christopher Tolkien. Hoje ele já tem 88 anos. A história de Túrin já existia em 1919, se não antes, segundo ele. Só cito os números, porque eles me impressionam. Já faz tanto tempo, e as histórias não perdem sua magia, magnificência NEM soberania.






“- Cabed-em-Aras, Cabed Naeramarth! – exclamou. – Não poluirei tuas águas onde Níniel foi lavada. Pois todos os meus atos foram maus, e o último foi o pior.

Então puxou da espada e disse: - Salve, Gurthang, ferro da morte, somente tu me restas agora! Mas que senhor ou lealdade conheces a não ser a mão que te empunha? Não recuas diante de sangue nenhum. Tomarás Túrin Turambar?”

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Amazon e Google anunciam lojas de e-books no Brasil
Amazon inicia venda de e-books em português e diz que trará Kindle por 299 reais; já o Google anuncia, além de livros eletrônicos, serviço de aluguel e compra de filmes
São Paulo – A Amazon deve começar a vender e-books e seu leitor digital Kindle no Brasil nesta semana.
São Paulo – Amazon e Google anunciaram nesta madrugada o início de novos serviços para os consumidores brasileiros. Enquanto a primeira traz para o país o seu consagrado e-reader, Kindle, e um grande acervo de e-books em português e outros idiomas, a segunda começa a oferecer, além de livros digitais também em português, o aluguel e a compra de filmes em sua loja virtual, a Google Play.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Melhor Livro Infantojuvenil.

Um dos prêmios anuais mais importantes do meio literário, escolhido por votação on-line, o Goodreads Choice Awards de 2012 listou diversos títulos que foram — ou ainda serão — publicados pela Intrínseca.

 
Dentre as 20 categorias, são indicados os livros Cinquenta tons de liberdade (trilogia Cinquenta tons de cinza, de E L James); Fuga do campo 14, não ficção do jornalista Blaine Harden, A culpa é das estrelas, de John Green; A ascensão dos nove (série Os legados de Lorien, de Pittacus Lore); A sombra da serpente (série As crônicas dos Kane, de Rick Riordan); A marca de Atena (série Os heróis do Olimpo, de Rick Riordan) e Pandemonium (série Delírio, de Lauren Oliver). Os dois últimos chegarão ao Brasil no primeiro semestre de 2013.

A Marca de Atena (Os Heróis do Olimpo) – Brasil – Maio

Leia 1° Capitulo do Lançamento A Marca de Atena ( Os Heróis do Olimpo).
"Contada pelo ponto de vista de quatro semideuses distintos, incluindo Annabeth de Percy Jackson e os Olimpianos, The Mark of Athena une os principais personagens gregos e romanos de The Lost Hero e The Son of Neptune.
Em um fantástico navio chamado Argo II, sete semideuses viajam, nos céus pelos Estados Unidos e nos mares para Roma, em sua missão para derrotar a mãe Terra, Gaia. Enquanto isso, a guerra explode entre os semideuses romanos e gregos que eles deixaram para trás, e apenas Annabeth tem a chave para restaurar a paz."

When the body of a local teenager turns up in a community garden, veteran homicide detective and former Internal Affairs investigator Gus Ramone teams up with T. C. Cook, a legendary, now retired detective, and Dan "Doc" Holiday, his former partner who left the force under a cloud of suspicion, to finally put to rest a monster. Reprint.


 Os irmãos gêmeos Alex e Conner estão vivendo os piores dias de suas vidas. Para tentar alegrá-los, no aniversário de 12 anos, a avó os presenteia com o antigo livro de histórias que o pai costumava ler para eles, quando crianças, antes de dormir. E a magia volta a tomar conta da vida dos dois - de verdade! Assim como Alice chegou ao País das Maravilhas após cair num buraco do coelho, Alex e Conner são sugados pelo livro e vão parar dentro do mundo dos contos de fadas. Lá, descobrem o que aconteceu com os personagens após o "E foram felizes para sempre!". Cachinhos Dourados, por exemplo, é uma fugitiva, Chapeuzinho Vermelho tem seu próprio reino e Cinderela, agora rainha, está prestes a se tornar mãe. Mesmo em meio a tantas surpresas, os gêmeos não têm tempo a perder - precisam voltar para casa antes que o livro se feche e a mãe dê queixa do desaparecimento deles. Para que o Feitiço do Desejo se cumpra, Alex e Conner têm de desvendar as pistas deixadas em um diário. Eles só não podiam imaginar que mais alguém estava no rastro e faria de tudo para atravessar para o mundo real no lugar deles - a Rainha Diabólica.

Depois de três best sellers Bruna Surfistinha inova no formato de seu livro. Agora o leitor pode ter 100 dicas em formato de cards para apimentar o cotidiano a dois. Além das dicas, a caixinha vem também com um teste para medir o nível de seu apetite sexual..








Livros:






Herbert George Wells nasceu, no dia 21 de setembro de 1866, em Bromley, na Inglaterra. Wells recebeu uma bolsa de estudos para a Escola Normal de Ciência em Londres. Período em que se tornou amigo do famoso biólogo Thomas H. Huxley. Depois da escola, trabalhou como contador antes de se tornar escritor.
Em 1895, Wells publicou seu clássico romance A Máquina de Tempo, sobre um homem que viajava ao futuro. O livro foi um sucesso, em seguida publicou A Ilha de Dr. Moreau (1895), O Homem Invisível (1897), e talvez a sua mais popular novela: A Guerra dos Mundos (1898). A partir de então, ganhou reputação como um pioneiro da ficção científica.
Wells publicou também vários romances cômicos socialmente conscientes que ganharam popularidade especialmente Kipps (1905) e A História de Mr Polly (1910).
Interessado sobre o destino da humanidade, Wells uniu-se a Fabian Society, mas a deixou depois de uma disputa com George Bernard Shaw, outro sócio proeminente. As opiniões socio-políticas controversas de Wells serviram como a base para vários trabalhos que lidavam com o papel da ciência em sociedade e a necessidade por uma paz mundial, sendo desse período: O Esboço de História (1920) e O Trabalho, Riqueza e Felicidade Humana (1932).
Wells ficou conhecido em todo mundo através de uma série de obras que recordavam por vezes a fantasia científica do francês Júlio Verne. As histórias de Wells desafiavam as convicções dos leitores, muitos acreditavam que o mundo se tornaria como o escritor o criava.
Por causa da crítica desfavorável à sua obra comercial, Wells tentou evoluir para um gênero mais dogmático, mas não alcançou tanto sucesso. Suas obras podem classificar-se em novelas puramente literárias, ensaios, novelas de antecipação científica, novelas sociais e obras de divulgação histórica, política e científica.
Em 1904, publicou Guerra Aérea, onde antecipou os efeitos dos bombardeios, que foram realidade da Segunda Guerra Mundial. Wells morreu em 1946.
Ao escrever A Guerra dos Mundos, H. G. Wells teve intenções morais, procurando ativar a consciência dos seus leitores para o colonialismo e a intolerância, mas sem dúvida alguma, sua genialidade acabou nos dando um dos melhores thriller de ficção científica de todos os tempos.



A Europa fervilhava, sinais de guerra eram visíveis, e os americanos tinham medo de invasão. Muitos dependiam do rádio e acreditavam piamente na programação radiofônica. Acreditaram na transmissão radiofônica de Welles e que o planeta terra estava sendo realmente invadido por marcianos.


Wells tentando provar que o mito cristão de Jesus não existiu, estudou os evangelhos a procura de falhas, mas quando terminou, alguns crentes entenderam que ele "reconheceu seu engano" dizendo: "Os quatro evangelistas, todos eles, dão-nos um retrato de uma personalidade muito bem definida, obrigando-nos a dizer: este homem existiu."

Correção à visão equivocada dos crentes:
Wells acreditava que Jesus foi apenas um homem, não divino, e não duvidava de sua existência enquanto homem, mas não acreditava nas mitologias criadas pelos cristãos acerca do tal "messias". Isto fica provado pelo que disse:
"Mas todos os quatro(evangelhos)nos oferecem a pintura de uma bem definida personalidade; e todos se acham embebidos do mesmo carater de realidade que se encontra nos relatos primitivos de Buda. A despeito das adições miraculosas e inacreditáveis, é-se obrigado a reconhecer:'Era realmente um homem. Esta parte da história não podia ter sido inventada'." (WELLS. H. G. História Universal. Tradução por Anísio Teixeira, São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1956, v. 3, p. 186.).
Wells, entratanto, não chegou a aprofundar-se no fato de que não existem quaisquer menções ao mito de Jesus nas fontes literárias contemporâneas à época em que supostamente ele teria existido.


Nasceu Józef Teodor Konrad Nalecz Korzeniowski, filho de pais poloneses, na cidade de Berdichev, na Ucrânia dominada pela Rússia czarista. Seus pais eram nacionalistas poloneses e, por causa de suas atividades políticas anti-russos, foram exilados para a remota província de Vologda, ao norte. Joseph, então com quatro anos, os acompanhou. Aos onze anos de idade, ficou órfão de pai e mãe. Seu tio materno Thaddeus Bobrowski tomou conta do sobrinho e foi seu mentor e responsável durante os 25 anos seguintes. Thaddeus queria que Joseph seguisse carreira universitária, mas em 1874, quando o rapaz tinha dezesseis anos, finalmente cedeu e concordou em deixá-lo seguir seu antigo desejo de viver no mar. Joseph viajou a Marselha, onde trabalhou em navios da marinha mercante francesa até juntar-se, em 1878, a um navio britânico, como aprendiz.
Ficaria na marinha por quase vinte anos, vi­si­tando os mais variados lugares da Ásia, da África, da América e da Europa – experiência que seria definidora da literatura do autor, além de fornecer vasto material para suas histórias. Em 1886, obteve a cidadania britânica. Oito anos depois, em 1894, ele abandonou o mar e uma car­reira bem-sucedida (chegara à posição de capitão-de-longo-curso) para se dedicar à literatura. Seu primeiro livro, Almayer’s folly (A loucura de Almayer), cuja redação fora iniciada em 1889, foi publicado em 1895, quando o autor contava já 38 anos (tam­bém dessa época data o casamento de Joseph com Jessie George). O livro foi recebido com entusiamo pela crítica e friamente pelo público. Levaria cerca de quinze anos para que a carreira literária de Conrad decolasse.
Ele escreveu, ao todo, dezessete romances, sendo os principais Lord Jim, de 1900, Nostromo,de 1904, The secret agent (O agente secreto), de 1907, e Under western eyes (Sob os olhos do ocidente), de 1911; sete novelas, entre as quais se destaca The heart of the darkness (O coração das trevas, L&PM POCKET), de 1902. Publicou ainda livros de en­saios (The mirror of the sea ou O espelho do mar, de 1906), de memórias (Some reminicences ou Algumas reminiscências, de 1912, e A personal record ou Um registro pessoal, de 1912) e textos sobre a própria obra (Notes on my books ou Notas sobre meus livros), de 1921. Muitas dessas peças ficcio­nais foram primeiramente publicadas em for­ma­to de folhetim em periódicos como Blackwood’s Edinburgh Magazine, seguindo uma prática comum na época.


Conrad é hoje considerado um dos grandes autores da língua inglesa – que ele aprendeu depois de adulto, apesar de ter com ela tido os primeiros contatos ainda quando criança, ao ver seu pai traduzir Shakespeare, entre outros autores.
Seus textos ficcionais têm em comum o tema do conflito do homem contra o próprio homem, dos limites da natureza humana e do con­fronto do homem frente à natureza selvagem. Seus ro­man­­ces, contos e novelas são povoados por per­­so­­na­­gens em situações extremas, iso­la­dos da so­cie­­dade, muitas vezes em crise com a própria identidade e com a condição de ser hu­ma­no. A maio­ria de suas peças ficcionais se asse­me­lham, na aparência, a histórias de aven­turas, apesar de proporem uma profunda reflexão sobre a natureza humana e a civilização. Conrad  de­­clarava serem Shakespeare, Walter Scott e Flaubert alguns de seus autores favoritos.

O coração das trevas foi adaptado para o cinema por Francis Ford Coppola, em Apocalipse now, em 1979, em plena Guerra do Vietnã, com enorme sucesso de público e crítica. Conrad morreu em 1924, deixando seu último romance, Suspense, inacabado.
     

domingo, 9 de dezembro de 2012

Anjo Negro
Ao analisar aquela sequência de mortes misteriosas, a policial Melanie May observa um padrão inquietante. As vítimas são homens nunca condenados pelos atos de violência que praticaram contra mulheres. Com a ajuda do agente do FBI Connor Parks, que tem suas próprias contas a ajustar com o passado, ela chega à conclusão de que há um assassino em série agindo na região de Charlotte, na Carolina do Norte. A polícia começa a chamá-lo de Anjo Negro, mas quem seria ele? Ou ela? Aos poucos Melanie vai descobrindo que o criminoso pode ser uma pessoa que ela conhece muito bem. E agora que as mortes continuam ocorrendo num círculo cada vez mais próximo, sobrevém à policial o terrível pressentimento de que ela passou a fazer parte dos desígnios implacáveis do Anjo Negro...

Esther e Gemma fazem a sua primeira e última viagem juntas, à Índia. Dias antes da viagem, Gemma descobre que tinha sido enganada pela Esther e durante a ida à Índia resolve vingar-se. A sua vingança foi de tal maneira cruel e obscura que marcou a vida de Esther para sempre...

“Viagem sem Regresso”, que foi escrito por Katy Gardner (formada em antropologia, autora de vários trabalhos académicos sobre a diáspora bengali, estreia-se no mundo da ficção com esta obra), relata a história de duas amigas inseparáveis, mas bastante diferentes: Esther, a rapariga bonita, de "corpo perfeito", extrovertida, que com pouco esforço conseguiu tudo na vida; Gemma, a rapariga de "corpo imperfeito", introvertida e que, apesar de muito esforço nem sempre conseguiu obter tudo o que desejava.
O livro é realmente repleto de minucias e situações que te prendem a leitura. 
Além das dificuldades familiares, mesmo trágicas, a autora explora as suas consequências... Um exemplo disso são os distúrbios sexuais que a autora retrata em alguns personagens na história. Erica Spindler nos chama a atenção para esse tema, focando a prática de maus tratos físicos e/ou morais infligidos ao parceiro sexual e a si mesmo o sadomasoquismo.
Em 1983 três adolescentes descobriram o lado mais obscuro e perigoso do sexo. Assistindo às escondidas às experiências sadomasoquistas de um casal, acabaram por testemunhar a morte brutal de uma dama da alta sociedade. Quinze anos depois, as três ainda são inseparaveis e ainda carregam as lembranças do passado. Até que começam a receber estranhos telefonemas e velhos recortes de jornal. O assassino está de volta e dessavez mais que testemunhas elas serão protagonistas de um show de horrores.
Estava um tanto reticente ultimamente com os romances policiais da Harlequin Books. E infelizmente com o livro Amigas Inseparáveis pude confirmar mais uma vez isso (eu não aprendo). Não que o livro seja ruim, ele é bom sim! Tem um estilo dinâmico e ágil de se ler, com um enredo e alguns temas que te prendem a atenção, mas o seu desfecho...

sábado, 8 de dezembro de 2012

Portugal, setembro de 1810

 Em 1810, o capitão Richard Sharpe está em Portugal e comanda a Companhia Ligeira do Regimento South Essex contra as forças napoleônicas. Sharpe vê com muita fúria os esforços de seu superior, o tenente-coronel Lawford, de fazer o próprio cunhado, o atrapalhado e inapto Slingsby, destacar-se na companhia.
Além disso, para complicar ainda mais a situação, Sharpe cria uma inimizade com um comerciante de Coimbra, Ferrabrás, de quem desconfia, com razão, tratar-se de um traidor que planeja vender suprimentos para o exército inimigo. Ferrabrás é um homem extremamente violento que se aproveita da posição de seu irmão, o major Ferreira, assim como da governanta dele, a inglesa Sarah Fry, a quem deseja intensamente. A rivalidade com o português coloca Sharpe em maus lençóis, especialmente quando o obstinado inglês cruza o caminho da Srta. Fry e se transforma em seu protetor.
Com a companhia dos fiéis amigos, o sargento Patrick Harper e o capitão Jorge Vicente, Sharpe ajuda a Srta. Fry, e eles precisam sobreviver à armadilha tecida por Ferrabrás e chegar até o restante das tropas inglesas, que se preparam para enfrentar os franceses na Serra do Buçaco.
A experiência de Sharpe será decisiva, pois a batalha que se aproxima irá colocar o melhor dos dois exércitos frente a frente.


 Roger Brown é o melhor headhunter da Noruega. As maiores empresas do país contam com seu faro na hora de escolher seus executivos. É casado com uma mulher deslumbrante e mora em uma mansão. Tem a vida perfeita, mas é cada vez mais difícil pagar por ela. E Roger só consegue pagá-la roubando obras de arte e vendendo para o mercado negro. Mas há outro caçador nesse jogo, e os riscos que Roger corre podem colocá-lo em um terrível pesadelo. Jo Nesbø nos transporta da alta cúpula financeira e industrial norueguesa ao submundo de mercenários e vigaristas. Headhuntersestá recheado das cenas que transformaram o autor em um dos mais importantes escritores de thrillers da atualidade.


Emerson Cole sempre achou que algo estava errado com ela. Quando passou a ver pessoas deslocadas da realidade – que eram, na verdade, projeções do passado – e que, ao tentar tocá-las, elas desapareciam como fumaça, Em teve certeza. E então vieram os remédios, a depressão, o colégio interno. Agora que seu período no internato chegou ao fim e ela está de volta ao lar, Emerson vê sua sensação de paz prestes a desmoronar. Alguns fantasmas não estão mais desaparecendo com um simples toque. E com a chegada de Michael Weaver, o consultor de uma misteriosa organização que promete ajudá-la a se libertar dessa condição, um simples toque poderá condicioná-la a algo ainda mais perigoso: a paixão.
O farejador, confirma o que todos os fãs de cachorro suspeitavam havia muito tempo: os cães não são apenas mais divertidos do que humanos, mas também podem ser mais espertos.

Chet é um cão inteligente e adorável. E apesar de ter sido reprovado na Academia de Polícia – afinal, ele não tem culpa de um gato ter atravessado seu caminho bem no meio da prova afinal -, é um detetive em todos os sentidos. Com seu faro poderoso, ele ajuda, entre um petisco e outro, seu parceiro Bernie Little a solucionar diversos casos, ao mesmo tempo que narra, de forma divertida e peculiar, suas tentativas de entender certos aspectos da vida humana.
Em O farejador, primeiro livro da série best-seller do New York Times escrita pelo americano Spencer Quinn, que dedica a sua vida a narrar as aventuras desta incrível dupla, Chet e Bernie investigam o estranho desaparecimento da comportada adolescente e boa aluna, Madison Chambliss. Certo dia, ela não volta para casa depois da escola e deixa sua mãe prestes a enlouquecer.
Proprietário da Agência de Detetives Little, o detetive Bernie aceita o caso imediatamente, mas logo o considera encerrado quando a jovem aparece sã e salva com uma história confusa, repleta de contradições. Isto até ela desaparecer pela segunda vez na mesma semana. A dupla de detetives decide então aprofundar a investigação, e sem um pedido de resgate, eles não estão totalmente convencidos de que se trata de um sequestro comum, mas de uma coisa os dois têm certeza: algo está cheirando mal.
Durante as buscas por pistas em bares de motoqueiros e em lugares exóticos no deserto, a narrativa policial recebe uma pitada de romance quando Bernie se vê envolvido com Suzie, a bela repórter do Valley Tribune, que vem trabalhando em uma matéria sobre detetives particulares. Mas o momento não é o mais adequado: Bernie está lidando com um divórcio recente e a disputa pela guarda do filho – preocupações peculiares dos humanos que Chet não consegue compreender. Ainda assim, o cão mantém seu senso de humor e utiliza suas habilidades caninas para encontrar o rastro de Madison. A caçada, porém, os coloca em um grande perigo.
Repleto de suspense e intriga.
A Rocco anunciou as capas das novas reedições dos livros Lasher, Taltos e A Fazenda Blackwood da autora Anne Rice que estarão na Bienal.


Anne Rice nasceu em 4 de outubro de 1941 em Nova Orleans, cidade onde vive atualmente e que serve de cenário para grande parte de seus romances. Formada em ciência política e escrita criativa pela Universidade de San Francisco, Rice publicou seu primeiro romance, o hoje consagrado Entrevista com o vampiro, em 1976, após a morte de sua filha Michele, vítima de leucemia. Em 2005, abandonou o ateísmo e abraçou a fé católica, iniciando uma nova fase em sua vida e carreira.

Prévia - As Aventuras de Pi

O filme conta a história de Pi Patel, um jovem que é filho de donos de um zoológico na Índia. A família de Pi decide, porém, mudar o zoológico para o Canadá.
Durante a viagem, em um cargueiro enorme e durante uma tempestade, o navio naufraga. Pi consegue sobreviver a bordo de um bote salva-vidas, porém precisa dividir o espaço com um tigre de Bengala (um dos animais que mais estimo no mundo!).
O filme, dirigido por Ang Lee (que também trabalhou em outros filmes que adoro, como “O Tigre e o Dragão” e “O Clã das Adagas Voadoras”), foi inspirado no romance best-seller de Yann Martel, intitulado “A Vida de Pi”. Nem preciso dizer que também estou louca para ler. Tentei encontrar em várias livrarias online, mas está fora do estoque! Estima-se que 1,5 milhão de cópias já foram vendidas aqui no Brasil.

Baseada na aventura de Yann Martel - O livro A Vida de Pi, nos conta a história do garoto indiano Piscine Molitor Patel, conhecido popularmente como Pi (o famoso 3,14). Pi é filho de um dono de zoológico e se diverte bastante na presença de animais variados, alguns dóceis, outros extremamente selvagens. O seu apreço pela vida humana e pela natureza o tornaram um garoto vegetariano. Editora Rocco
As Aventuras de Pi 


 
O narrador da história é um garoto indiano de 16 anos chamado Piscine Molitor Patel, mais conhecido como Pi. Sua família administra um zoológico na cidade de Pondicherry, mas decide abandonar o país no auge de sua instabilidade política, nos anos 70. A idéia é se mudar para o Canadá, pegando carona no cargueiro que transferirá os animais do zôo para os EUA. Infelizmente, o navio afunda logo nos primeiros dias de viagem. Há apenas cinco sobreviventes: Pi, uma zebra, uma hiena, um orangotango e um tigre de Bengala, todos salvos pelo único barco salva-vidas disponível. Inicia-se aí uma cruel luta pela vida entre cinco mamíferos no meio do oceano Pacífico. Aparentemente, Pi não tem a menor chance de escapar das feras. Enquanto aguarda sua vez de ser devorado, o garoto tenta encontrar alguma remota possibilidade de matar o tigre, o que é praticamente impossível: o animal está saudável, pesa mais de 200 quilos e é capaz de nadar. À beira do desespero, Pi conclui que o melhor a fazer é manter o felino vivo e dependente de seus cuidados. Esta é sua única chance. O jovem usa o conhecimento que adquiriu no trato dos animais no zoológico para domar a fera e conquistar o seu respeito. E o tigre, acostumado a viver numa jaula e a ser alimentado pelos humanos, não demora para perceber que precisa de Pi vivo. O mais impressionante é que o autor, Yann Martel, consegue dar um final surpreendente a uma história tão incomum. A conclusão desta aventura imprevisível contrapõe a grandiosidade e a mediocridade que coexistem em todo ser humano.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Divulgada capa do livro The Road to Woodbury, da trilogia The Walking Dead


Originalmente, The Walking Dead foi lançado como uma famosa e consagrada HQ, e que logo depois teve uma série de televisão, do mesmo nome, tendo o mesmo resultado, e que já está em sua 3º temporada. Mas no ano passado um lançamento da Editora Galera, a adaptação literária chegou ao Brasil, e já está fazendo muito sucesso entre os leitores e possuí muitas críticas positivas até o momento.

O primeiro livro, que tem como subtítulo A Ascensão do Governador, é o primeiro de uma trilogia e já está à venda, mas recentemente houve a notícia que o segundo livro da trilogia The Walking Dead seria lançada 16 de outubro desse ano no exterior. The Road to Woodbury - em tradução livre: O Caminho para Woodbury - é co-escrito por Robert Kirkman, criador de Walking Dead, em parceria com o veterano do gênero de horror Jay Bonansinga e que conta o passado do principal vilão da história
No Brasil a série é editada pela Galera, no qual teve seu primeiro volume, A Ascensão do Governador, publicado em 2011.

Outras sugestões para seu prazer!

A literatura está repleta de erotismo. Autores discretos, safados, clássicos, contemporâneos… 
Literatura Erótica é sempre um presente de bom gosto, muito insinuante e atemporal. Pesquisando por aí, checando indicações ou remexendo na memória cheguei a esta pequena lista tentando mesclar autores e títulos consagrados, a nome e obras mais contemporâneas. É claro que é impossível fazer apenas uma lista, com tantas boas obras por aí, mas… Por hora ficam estas 10 dicas, mas os comentários estão abertos para mais indicações...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Amado por muitos e considerado sobreavaliado por outros, Dave Brubeck foi sem dúvida um dos mais famosos músicos de jazz de sempre. 
Inserido no seu álbum Time Out, de 1951, o tema Take five atravessou gerações de ouvintes, tornando-se um dos grandes clássicos do género e o single de jazz mais vendido de todos os tempos. O compositor e pianista de jazz Dave Brubeck morreu de insuficiência cardíaca na manhã desta quarta-feira (5/12/12), no hospital Norwalk.
 A melodia simples e saltitante do tema, composta e tocada pelo tom de veludo do saxofone de Paul Desmond, veio trazer uma nova alegria ao jazz de então, projectando Dave Brubeck e o seu grupo para o estrelato mundial. Ainda hoje o tema é facilmente reconhecido pelas mais diversas pessoas nos quatro cantos do mundo, tendo-se tornado um símbolo de um jazz alegre e descomplexado, profundamente "swingante".
Ousado e polêmico! Em suas páginas, a história recente do clube de maior torcida de São Paulo é apresentada ao leitor de forma clara, objetiva e independente.
Assim podemos definir o livro Dossiê Corinthians - Da Máfia do Apito ao Tetracampeonato do Alvinegro Paulista.Em suas páginas, a história recente do clube de maior torcida de São Paulo é apresentada ao leitor de forma clara, objetiva e independente.No trabalho explica, detalhadamente, a relação Corinthians/MSI, desde sua chegada ao Brasil até o rompimento, em 2007, com o clube paulista. Neste livro, o leitor conhecerá cada personagem da parceria que não vingou... Citadini, Romeu Tuma Jr., Andrés Sanchez, Alberto Dualib, Kia Joorabchian, entre outros.Também ficará por dentro do Brasileirão de 2005, vencido pela equipe mosqueteira justamente um ano após o início da parceria com o Fundo de Investimentos. A remarcação dos jogos naquela competição foi justa? Qual a diferença de tratamento em casos como este na Europa em relação ao STJD, que decidiu, de forma única, a remarcação de partidas suspeitas?Em entrevista, o ex-árbitro Edílson Pereira de Carvalho afirma que clubes pagaram ao STJD para que seus jogos, naquele Campeonato, não fossem refeitos e que houve interesse da Rede Globo em ter o Corinthians na Libertadores do ano seguinte.A obra, que ainda conta com depoimentos de Mauro Beting, Soninha e Oscar Roberto Godoi, é interessante não só aos corintianos, mas a todos os amantes do futebol.