quarta-feira, 15 de junho de 2016





Padre Alessandro Campos é um dos religiosos mais admirados do Brasil. Em seus shows de norte a sul do país e em seu programa na Rede Vida, ele leva a fé e a esperança a milhões de brasileiros.
Após cada apresentação, ele conversa com o público sobre Deus, perseverança e fraternidade. Quer ser feliz? Ame e perdoe, seu novo livro, reúne 30 reflexões simples, belas e inspiradoras despertadas por esse diálogo com o povo pelas estradas do Brasil. Uma obra que irá emocionar, cativar e mudar as vidas de fiéis de todas as idades.


A obra Marcel Gautherot, fotografias publicada por ocasião da exposição da retrospectiva na Maison Européenne de La Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016, traz textos de Michel Frizot, grande historiador da fotografia, Jacques Leenhardt, sociólogo e crítico de arte, além de textos dos organizadores da publicação, Samuel Titan Jr. e Sergio Burgi, e outro de Lorenzo Mammì, curador de programação e eventos do IMS. A publicação possui 256 imagens com um leque de temas que ocuparam Gautherot desde seu período de formação na França, sua viagem ao México, em 1936, e o início da sua carreira no Brasil. Sua obra desempenhou um papel fundamental na construção da representação moderna do país, tanto por aqui como no exterior.

Ana Cristina Cesar, um dos nomes mais importantes da poesia brasileira ganha uma fotobiografia organizada por Eucanaã Ferraz, poeta e consultor de literatura do IMS.


  Para compor o perfil visual da poeta, além das fotografias do seu acervo, sob a guarda do IMS, e de acervos pessoais, Ferraz convidou amigos que pudessem escrever sobre Ana Cristina a partir de suas memórias afetivas. Incluiu também pessoas que nunca a conheceram pessoalmente, mas foram tocadas por sua obra de alguma maneira. A lista inclui nomes como: Armando Freitas Filho, Heloisa Buarque de Hollanda, Clara de Andrade Alvim, Flavio Cruz Lenz Cesar, Laura Liuzzi, Alice Sant’Anna, Leonardo Gandolfi, entre outros.
Ana Cristina destacou-se na década de 1970 com uma poesia intimista, marcada pela coloquialidade, e com talento para diversas vertentes da atividade intelectual – foi também tradutora e crítica literária. Seu gosto pela fotografia se parece com seu apreço pelo diário e pela correspondência. Para Ferraz, ela parecia gostar de ser fotografada, observando regras, obedecendo ao fotógrafo, propondo novos ângulos, elaborando poses e exigindo de si mesma uma entrega ativa ao ser fotografada. O livro inclui fotografias de infância, dos amigos, do tempo em que viveu no exterior, imagens do seu último ano de vida, além de manuscritos, desenhos e outros materiais do seu acervo. O organizador reconhece, entretanto, que esta é uma fotobiografia incompleta, já que um perfil é sempre parcial e feito de escolhas.

“Perturbadoramente plausível.” Kirkus Reviews

Alguém terá de sangrar para que todos possam saciar sua sede

Num futuro árido e tumultuado, em que a água ganhou o status de commodity mais valiosa, o direito de uso das fontes e dos rios é alvo de disputas ferrenhas. Uma guerra entre governos, órgãos públicos e empresários, na qual vale tudo. Enquanto advogados e burocratas armam-se com infinitos processos judiciais, mercenários e militares subjugam proprietários de terra, implodem estações de tratamento e interrompem o abastecimento de regiões inteiras.
Nesse cenário surge Angel, um faca de água, um dos muitos mercenários com a missão de cortar e desviar o fornecimento de água a mando de quem paga mais. Lucy é uma jornalista premiada que decidiu revelar para o mundo a realidade da Grande Seca. Maria é uma jovem cuja vida foi destruída pelos efeitos das mudanças climáticas. Quando o direito de usar a água significa dinheiro para alguns e sobrevivência para outros, o que esses três personagens não sabem é que seu encontro é um marco que poderá mudar tudo. Um novo fiel da balança que sempre pendeu para o mesmo lado.
Futurista, mas nada improvável, Faca de água é um thriller que perpassa por questões econômicas, ambientais e éticas numa narrativa que extrapola o gênero, daquelas que se lê de uma tacada só e depois leva-se um longo tempo assimilando.

· Paolo Bacigalupi é uma das maiores revelações da ficção científica mundial, tendo o início de carreira comparado pela crítica internacional ao de ninguém menos que William Gibson, e Faca de água guarda todos os elementos de uma grande obra do gênero: rituais e vocabulário próprios em uma trama de elementos verossímeis e familiares ao leitor.

· Um livro futurista com um tema real e contemporâneo. Grandes metrópoles do mundo têm sofrido com a questão do abastecimento de água. No Brasil, vários reservatórios chegaram ao “volume morto” recentemente e, nos Estados Unidos, a Califórnia enfrentou a maior crise hídrica da história do estado.

“Um pouco de Laranja mecânica com o melhor de William Gibson.”
Los Angeles Times

domingo, 12 de junho de 2016

MYTHOLOGY - THE DC COMICS ART OF ALEX ROSS


MARCA Random House Inc
IDIOMA Inglês
ANO DA EDIÇÃO 2005/11/01

Sinopse:

Mythology returns, in a newly expanded edition of the book Entertainment Weekly awarded a grade of A, saying: “Alex Ross brings to his work an unparalleled sense of the real. His heroes–both super and mortal–have weight; they exist in space, and that space is affected by them in ways never before seen on the page.” And so here they are, the incomparable cast of the DC Comics universe: Superman, Batman, Wonder Woman, the Flash, Aquaman, the Green Lantern, and the rest of the Justice League as you’ve never seen them before. Mythology brings together the best loved comic characters in the world, brought to life by Alex Ross, one of the most astonishing young artists working in the medium today. The award-winning designer/writer Chip Kidd and photographer Geoff Spear have teamed up to create a book like no other, with an introduction by M. Night Shyamalan, the acclaimed director of The Village and The Sixth Sense. Ross has often been called the Norman Rockwell of comics, and this book reveals not only his lifelong love of these classic superheroes but also his vision: Mythology 
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takes you into the studio for a behind-the-scenes look at his fascinating creative process. The combination of Ross’s dynamic art and Kidd’s kinetic design makes images from his most memorable stories–including Kingdom Come, Superman: Peace on Earth, Batman: War on Crime, and Uncle Sam–soar off the more than 300 pages. The new material centers on Ross’s startling new comic book series, Justice, including sketches, preliminary art, prototype figures, and more. Mythology is a book in which every page explodes with the power of the icons it celebrates.    
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sábado, 11 de junho de 2016

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS - EDICAO DEFINITIVA

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Sinopse: 
Na metade da década de 80, a DC deu liberdade total a Frank Miller (Batman: Ano Um) para escrever O Cavaleiro das Trevas, que se tornaria uma das minisséries mais marcantes da extensa vida editorial do Homem-Morcego. Vários anos depois, atendendo ao apelo de milhares de leitores e da própria editora, o autor produziu uma segunda saga centrada no mesmo universo. E são essas duas aventuras completas que a Panini tem orgulho em trazer ao Brasil, numa edição encadernada com todo o luxo que merece, contendo diversos extras: esboços, capas originais, trechos de roteiro e muitas outras surpresas.
Originalmente uma minissérie em 4 edições lançada no início de 1986, BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS levou muito pouco tempo para ser considerada uma das duas pedras angulares dos quadrinhos modernos, ao lado de Watchmen, de Alan Moore.
Escrita e desenhada por Frank Miller, a história, mostrando um Cavaleiro das Trevas envelhecido e amargurado voltando à ativa após anos de aposentadoria, ultrapassou as fronteiras do que se convencionava considerar “histórias em quadrinhos”, estabelecendo novos parâmetros, tanto em narrativa como em temática, e influenciando tudo o que veio depois.
Em 2001, Miller voltou a o distópico mundo criado por ele há quinze anos e deu continuidade ao clássico em uma nova minissérie, O CAVALEIRO DAS TREVAS 2. O material, como não poderia deixar de ser, foi um sólido sucesso de vendas. Agora, a Panini relança no Brasil esses dois marcos das HQs em um único volume, com acabamento de luxo e repleto de extras exclusivos, incluindo uma introdução escrita pelo autor, a proposta de Miller para o projeto original e um sem-número de esboços. Uma edição grandiosa para fazer jus a um dos mais festejados momentos dos quadrinhos em todos os tempos.
   
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PREACHER - ALAMO VOL. 9

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Sinopse:
Mais de 180 homens morreram lutando por sua liberdade em um pequeno forte no coração do Texas. O lugar era chamado de Mission San Antonio de Valero, mas ficou mundialmente conhecido por outro nome: ÁLAMO. O reverendo Jesse Custer voltará a esse emblemático lugar de sacrifício para encerrar a jornada que começou nos restos fumegantes de sua igreja muito tempo atrás – uma cruzada para encontrar Deus e fazê-Lo responder por Suas ações. Depois de tudo pelo que Jesse e Tulipa O’Hare, seu amor, passaram – traição, morte, ressurreição –, finalmente chegou a hora de se fazer justiça. Mas eles terão a oportunidade de agir antes que Starr, líder obcecado do Graal, finalmente acerte suas contas com o reverendo? Ou o Álamo será o palco de outra derrota?
ÁLAMO é a aguardada conclusão da saga de PREACHER, uma das histórias em quadrinhos mais aclamadas dos anos 90. Criada por Garth Ennis e pelo artista Steve Dillon, esse novo clássico da nona arte versa sobre vida, morte e redenção, sendo também recheado de sexo, álcool, sangue e violência – além de anjos, demônios, Deus, vampiros e desajustados de toda estirpe. Sem dúvida, uma das obras mais viscerais a ser registrada em celulose! Essa publicação reúne PREACHER 59 a 66 em 228 páginas de quadrinhos e traz o fim desse épico contemporâneo sobre amor, poder e responsabilidade com um confronto para encerrar todos os confrontos – assim na Terra como no céu.

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

“O equivalente de Moby Dick para a floresta.” Le Monde

Uma história real de vingança e sobrevivência

É dezembro de 1997, e um tigre devorador de gente espreita um vilarejo afastado no Extremo Oriente russo. A fera não apenas mata pessoas, ela as aniquila, devora por inteiro. Por isso um grupo de homens com cães de caça é enviado para persegui-la pela floresta densa e gélida. À medida que analisam os parcos restos mortais das vítimas do tigre, os rastreadores percebem algo impensável: os ataques não são aleatórios; fazem parte de uma vingança. Machucada, faminta e perigosíssima, a fera precisa ser detida antes que mais uma tragédia aconteça.
Escrito com maestria e muito bem embasado, O tigre recria os eventos acima descritos ao mesmo tempo em que traça um impressionante panorama de uma paisagem inóspita e gelada e de seus habitantes, que, assolados pela pobreza do pós-perestroika, recorrem à caça ilegal para sobreviver, quebrando o equilíbrio natural que por milênios, antes da colonização europeia, do desflorestamento e da matança sistemática dos animais, permitiu que humanos e tigres coexistissem no mesmo território.
A destreza e o talento de John Vaillant ao descrever o ameaçador tigre-siberiano, superpredador inteligentíssimo capaz de percorrer vastas extensões de florestas e montanhas, são magnetizantes. Uma narrativa envolvente sobre o embate homem versus natureza, com um desfecho apavorante no cenário extremo da taiga siberiana.
Inclui encarte com 16 páginas de fotos.
Ambientado numa região inóspita do Extremo Oriente russo, O tigre atrairá os interessados em histórias de sobrevivência e aventura, além de ser um vívido relato da realidade russa pós-perestroika nas regiões mais afastadas da capital.


“Poucos escritores se esforçaram tanto para compreender seus monstros, e pouquíssimos os descreveram em uma prosa tão envolvente.” The New York Times Book Review

quinta-feira, 9 de junho de 2016

“Uma história real mais bizarra do que qualquer obra de ficção.” The New York Times

Assassinato, magia e loucura na feira que transformou os Estados Unidos

 No final do século XIX os Estados Unidos eram uma nação jovem e orgulhosa, ávida por afirmar seu lugar entre as maiores potências mundiais. Nesse contexto, a Feira de Chicago de 1893 teve papel fundamental: com o objetivo de apresentar a maior e mais impressionante exposição de inovações científicas e tecnológicas já idealizada, coube ao arquiteto Daniel Burnham, famoso por projetar alguns dos edifícios mais conhecidos do mundo, a difícil tarefa de transformar uma área desolada em um lugar de magnífica beleza: a Cidade Branca. Reunindo as mais importantes mentes da época, Burnham enfrentou o mau clima, tragédias e o tempo escasso para construir a enorme estrutura da feira.
A poucas quadras dali, outro homem igualmente determinado, H. H. Holmes, estava às voltas com mais uma obra grandiosa, um prédio estranho e complexo. Nomeado Hotel da Feira Mundial, o lugar era na verdade um palácio de tortura, para o qual Holmes atraiu dezenas, talvez centenas de pessoas. Autor de crimes inimagináveis, ele ficou conhecido como possivelmente o primeiro serial killer da história americana.
Separados, os feitos de Burnham e Holmes são fascinantes por si só. Examinadas juntas, porém, suas histórias se tornam ainda mais impressionantes e oferecem uma poderosa metáfora das forças opostas que fizeram do século XX ao mesmo tempo um período de avanços monumentais e de crueldades imensuráveis. Combinando uma pesquisa meticulosa com a narrativa envolvente que lhe é característica, Erik Larson escreveu um suspense arrebatador, que se torna ainda mais assustador por retratar acontecimentos reais.
Premiado com um Edgar Award e finalista do National Book Award, O demônio na Cidade Branca foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2005 e agora é relançado pela Intrínseca.
Os direitos cinematográficos do livro foram adquiridos por Leonardo DiCaprio, que divulgou planos de interpretar ele próprio o assassino H. H. Holmes.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

“Uma obra incrível que deveria ser lida (e discutida) tanto por crianças quanto por adultos.” School Library Journal

Uma história emocionante que vai conquistar crianças e adultos

Peter e sua raposa são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas.
Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais, Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, de explorar sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos.
Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor.

· Best-seller do The New York Times, Pax estreou em segundo lugar na lista já na primeira semana após seu lançamento.

· Pax teve os direitos de tradução vendidos para mais de dez países e os direitos de adaptação para o cinema foram adquiridos pela Sidney Kimmel Entertainment.

· Jon Klassen, responsável pelas belas ilustrações do livro, é autor best-seller do The New York Times e ilustrador de diversos livros, entre eles Quero meu chapéu de volta e Este chapéu não é meu, que lhe rendeu a Caldecott Medal.

“Duas coisas tornam esse livro notável: a qualidade da prosa de Pennypacker, afiada, inquieta e astuciosa, e a força do amor entre Pax e Peter. Um romance tão belo quanto a própria raposa do título.”

The New York Times Book Review

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Fenômeno nas redes sociais, com mais de 1,2 milhão de seguidores no Facebook.



Quando a noite fica mais escura e as ruas se calam, a maior parte das pessoas dorme e sonha. Algumas, porém, preferem o silêncio para sonhar acordadas. Clarice Freire, autora do best-seller Pó de lua, faz parte desse grupo. É nessa hora que costuma criar suas poesias e seus desenhos. Em seu segundo livro, Pó de lua nas noites em claro, ela vira a madrugada ao avesso em palavras e imagens, dedicando uma hora a cada capítulo, da meia-noite ao amanhecer. Além dos versos que conquistam o público desde 2013, quando foi criada a página Pó de lua no Facebook, Clarice alterna passagens em prosa e poesia, acompanhando sua personagem durante um longo e mágico passeio pela cidade quase deserta.

Com um humor delicado e muita sensibilidade, a autora desvenda a angústia e a alegria daqueles que preferem a noite ao dia. Sua personagem insone se rende ao desejo de sair da cama e andar pelas ruas em busca de si mesma. Descobre que não está sozinha. Os sentimentos e as lembranças ganham vida, e ela esbarra em personagens como um homem que vaga por viadutos, um vigia noturno e até um misterioso carteiro que lhe entrega correspondências às três da manhã. Com lápis de cor e tinta nanquim, Clarice ilumina a escuridão e continua fiel à missão de Pó de lua: diminuir a gravidade das coisas.

· Com design encantador, o livro reproduz o formato de um caderno Moleskine, com delicadas ilustrações a quatro cores.

· De forma inovadora, a autora apresenta textos inéditos que mesclam prosa, verso e desenhos.

Clarice Freire nasceu no Recife em 1988. Desde criança não diferenciava desenho e escrita por conta das influências dentro de casa. O resultado foi a criação de poesia desenhada ou de desenhos poéticos. Em 2011, criou um blog para não jogar mais no lixo seus desenhos e escritos, e, em 2013, uma página no Facebook. Em 2014, Pó de lua virou livro. Agora, em 2016, povoou as noites de insônia com Pó de lua nas noites em claro.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

“A rainha das histórias emocionantes. Uma mestre da narrativa.” – Elle (Reino Unido)

“Jojo Moyes sabe criar uma boa trama, com personagens tão verossímeis que parecem saltar das páginas.” – USA Today

Austrália, 1946. É terminada a Segunda Guerra Mundial, chega o momento de retomar a vida e apostar novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito.
Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas.
Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.
Com personagens únicas e uma narrativa tocante, Jojo Moyes conta uma história inesquecível que captura perfeitamente o espírito romântico e de aventura desse período da História, destacando a bravura de inúmeras mulheres que arriscaram tudo em busca de um sonho.

· Os livros de Jojo Moyes publicados pela Intrínseca já venderam mais de 800 mil exemplares no Brasil.

· O navio das noivas foi inspirado na história da avó da autora, que fez a mesma travessia relatada no romance para reencontrar o marido no período pós-guerra, e cada capítulo traz citações não ficcionais de esposas e oficiais que viajaram nesses navios.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

“Assustador.” – Independent

Vencedor de um Edgar Award, O adulto, de Gillian Flynn é uma homenagem às clássicas histórias de terror

Uma jovem ganha a vida praticando pequenas fraudes. Seu principal talento é a capacidade de dizer às pessoas exatamente o que elas querem ouvir, e sua mais recente ocupação consiste em se passar por vidente, oferecendo o serviço de leitura de aura para donas de casa ricas e tristes.
Certo dia, ela atende Susan Burkes, que se mudou há pouco tempo para a cidade com o marido, o filho pequeno e o enteado adolescente. Experiente observadora do comportamento humano, a falsa sensitiva logo enxerga em Susan uma mulher desesperada por injetar um pouco de emoção em sua vida monótona e planeja tirar vantagem da situação.
No entanto, quando visita a impressionante mansão dos Burke, que Susan acredita ser a causa de seus problemas, e se depara com acontecimentos aterrorizantes, a jovem se convence de que há algo tenebroso à espreita. Agora, ela precisa descobrir onde o mal se esconde, e como escapar dele. Se é que há alguma chance.
Em seu estilo inconfundível que arrebatou milhares de fãs, Gillian Flynn traça surpreendentes e intrigantes perfis psicológicos dos personagens e tece uma narrativa repleta de suspense ao mesmo tempo em que brinca com elementos clássicos do sobrenatural.

· Gillian Flynn figurou nas principais listas de mais vendidos do Brasil com o best-seller Garota exemplar e seus livros somam mais de 200 mil exemplares vendidos no país.

· O adulto, vencedor do Edgar Award de melhor conto de 2015, foi escrito por Gillian a pedido de George R. R. Martin e publicado pela primeira vez em uma antologia organizada pelo autor.

“Gillian Flynn é perfeita. Afiada, ácida, uma contadora de histórias convincente com talento especial para o macabro.” – Stephen King

Outros livros da autora:
Garota exemplar, Objetos cortantes e Lugares escuros