Mais do que sucesso editorial, A Lei do Triunfo é o resultado de 20 anos de estudos dedicados por Napoleon Hill
O norte-americano é obcecado pela idéia de sucesso. Tanto é que, pelo que vemos nos filmes, um dos maiores xingamentos que se pode fazer a um americano é chamá-lo deloser, perdedor. Este talvez seja um dos motivos do sucesso do livro A Lei do Triunfo, de Napoleon Hill.
Andrew Carnegie (1835 – 1919), um dos magnatas do aço dos Estados Unidos (sim, o mesmo que da nome ao Carnegie Hall), começou a refletir sobre o assunto e se perguntou se não haveria uma fórmula para atingir o tão almejado sucesso. Sendo ele mesmo um cara que veio do ano e se tornou um dos homens mais poderosos de sua época, Carnegie então contratou um jovem pensador chamado Napoleon Hill para entrevistar pessoas bem-sucedidas e tentar traçar denominadores comuns que levassem a tal sucesso.
Quando digo entrevistar pessoas bem-sucedidas não quero dizer que ele falou com cinco ou dez milionários e pegou “dicas quentes”, como fazem periodicamente revistas e jornais para matérias sobre “como ser bem sucedido”.
O resultado do trabalho foi um curso em 16 lições chamado no Brasil de A Lei do Triunfo, que deu origem a um livro de mesmo nome publicado pela primeira vez em 1930.
Como se trata do resultado de uma pesquisa extensa, o livro é bem parrudo: são 736 páginas explicando quais são e como aplicar os 16 princípios que Hill concluiu em sua pesquisa estarem presentes na vida da maioria dos 16 mil bem-sucedidos entrevistados, a saber:
Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento
Objetivo principal definido
Confiança em si próprio
Hábito da economia
Iniciativa e liderança
Imaginação
Entusiasmo
Autocontrole
Hábito de fazer mais do que a obrigação
Personalidade atraente
Pensar com exatidão
Concentração
Cooperação
Fracasso
Tolerância
Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo
Andrew Carnegie (1835 – 1919), um dos magnatas do aço dos Estados Unidos (sim, o mesmo que da nome ao Carnegie Hall), começou a refletir sobre o assunto e se perguntou se não haveria uma fórmula para atingir o tão almejado sucesso. Sendo ele mesmo um cara que veio do ano e se tornou um dos homens mais poderosos de sua época, Carnegie então contratou um jovem pensador chamado Napoleon Hill para entrevistar pessoas bem-sucedidas e tentar traçar denominadores comuns que levassem a tal sucesso.
Quando digo entrevistar pessoas bem-sucedidas não quero dizer que ele falou com cinco ou dez milionários e pegou “dicas quentes”, como fazem periodicamente revistas e jornais para matérias sobre “como ser bem sucedido”.
O resultado do trabalho foi um curso em 16 lições chamado no Brasil de A Lei do Triunfo, que deu origem a um livro de mesmo nome publicado pela primeira vez em 1930.
Como se trata do resultado de uma pesquisa extensa, o livro é bem parrudo: são 736 páginas explicando quais são e como aplicar os 16 princípios que Hill concluiu em sua pesquisa estarem presentes na vida da maioria dos 16 mil bem-sucedidos entrevistados, a saber:
Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento
Objetivo principal definido
Confiança em si próprio
Hábito da economia
Iniciativa e liderança
Imaginação
Entusiasmo
Autocontrole
Hábito de fazer mais do que a obrigação
Personalidade atraente
Pensar com exatidão
Concentração
Cooperação
Fracasso
Tolerância
Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo
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