quinta-feira, 25 de agosto de 2016

“Uma história incrivelmente original, que cativa desde a primeira página. Mágico.” Daily Express

“Recheado de ternura e romance.” Marie Claire 

Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde ele agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Mas um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos.
Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas quanto a seu futuro profissional depois de um caso terrível, Natasha ainda tem de lidar com as feridas do fim de seu casamento. Um fim, diga-se de passagem, bem inusitado, já que ela se vê forçada a morar com o charmoso futuro ex-marido enquanto esperam a venda da casa da família.
Quando Sarah cruza o caminho de Natasha, a advogada vê na menina a oportunidade de colocar a vida de volta nos trilhos e decide abrigar a adolescente sob o próprio teto. O que ela não sabe é que Sarah guarda um grande segredo que lhes trará sérias consequências.

1. Recentemente, os livros de Jojo Moyes pulicados pela Intrínseca alcançaram a surpreendente marca de 1,5 milhão de exemplares vendidos.

2. Com outros sete livros lançados no Brasil, Jojo Moyes tem uma enorme e muito ativa base de fãs.

3. Como eu era antes de você, romance de maior sucesso de Jojo Moyes, ocupou o topo da lista de mais vendidos em nove países e foi adaptado para o cinema, estrelado por Sam Claflin (Jogos Vorazes) e Emilia Clarke (Game of Thrones).

Outros livros da autora:
Como eu era antes de você, Depois de você, A última carta de amor, A garota que você deixou para trás, Um mais um, Baía da Esperança e O navio das noivas

Resultado de imagem para Bastaram 27 anos de vida para Robert Johnson (1911-1938) se tornar um dos mais aclamados e influentes músicos da história. As poucas décadas vividas pelo maior bluesman de todos os tempos também foram suficientes para ele se tornar protagonista de várias lendas. A mais famosa delas diz respeito a um suposto acordo assinado entre o músico e o diabo em uma encruzilhada no interior do Mississipi: Johnson teria ganhado seus dotes musicais em troca de sua alma. Assinada por Alcimar Frazão, a HQ “O Diabo e Eu” propõe diferentes interpretações dessa história e sugere que a relação entre o músico e o demônio tenha sido ainda mais íntima do que se supõe.Bastaram 27 anos de vida para Robert Johnson (1911-1938) se tornar um dos mais aclamados e influentes músicos da história. As poucas décadas vividas pelo maior bluesman de todos os tempos também foram suficientes para ele se tornar protagonista de várias lendas. A mais famosa delas diz respeito a um suposto acordo assinado entre o músico e o diabo em uma encruzilhada no interior do Mississipi: Johnson teria ganhado seus dotes musicais em troca de sua alma. Assinada por Alcimar Frazão, a HQ “O Diabo e Eu” propõe diferentes interpretações dessa história e sugere que a relação entre o músico e o demônio tenha sido ainda mais íntima do que se supõe. Músico amador, Frazão conta ter se interessado pela história de Johnson assim que ouviu os acordes do artista pela primeira vez. Para além dos feitos musicais do bluesman, o quadrinista se interessou também por sua história de vida no sul dos Estados Unidos, no começo do século 20. “Tendemos a não entender o que a história do pacto com o diabo representa do ponto de vista de uma estrutura social opressora. Eu queria resgatar o mito de Robert Johnson para o contexto da luta de classes, de uma disputa política onde existia dominação dos brancos sobre a maioria negra, com uma estrutura machista e com problemas sociais estabelecidos em um país que havia abolido a escravidão sem muita convicção do que estava fazendo”, analisa Frazão.
Silo apresentou o abrigo e seus habitantes. ordem contou a história de sua formação. LEGADO  relata sua ruína. 


A batalha pelo Silo já foi vencida. A guerra pela humanidade só está começando. É um tempo em que, para sobreviver, os humanos precisam se manter em cidades subterrâneas, aprisionados, sem ligação com o mundo lá fora. Esse é o universo de Silo, a série de ficção científica e fantasia escrita por Hugh Howey.
Juliette, uma operária nascida nos subterrâneos, é a heroína da trama apocalíptica. Em Legado, ela se torna prefeita do Silo 18, que está se recuperando de uma rebelião. Seu governo encontra grande resistência por causa da controversa escavação para resgatar os supostos sobreviventes do Silo 17, uma empreitada vista com desconfiança que está espalhando o medo entre os moradores do Silo 18.
Como se isso não fosse um desafio grande o bastante, Juliette também recebe transmissões de Donald, a voz que alega ser líder do Silo 1 e está disposta a ajudar — mas também é capaz de fazer ameaças horríveis. Talvez Donald não seja o monstro que Juliette vê. Quem sabe ele não é a peça-chave para a salvação de toda a espécie humana? Mas será que ainda há tempo?
No último volume da série Silo, as escolhas de Donald e Juliette podem mudar o mundo… ou extingui-lo de vez.

· Silo teve os direitos de publicação negociados para mais de 20 países e os direitos cinematográficos adquiridos pela 20th Century Fox.

· Hugh Howey é um dos mais bem-sucedidos autores independentes da história da Amazon, com cerca de 1 milhão de exemplares vendidos. O autor participou, em 2014, da Bienal do Livro de São Paulo.

“O sucesso da trilogia Silo não é pura sorte. Trata-se de um thriller de ficção científica acima da média.” — Financial Times


Outros livros da série: Silo (Vol. 1) e Ordem (Vol. 2)

Sobre o autor:
Hugh Howey escreveu a trilogia Silo — composta pelos livros Silo, Ordem e Legado — enquanto trabalhava em uma livraria, dedicando aos manuscritos suas manhãs e horas de almoço ao longo de quase três anos. Originalmente publicados em e-book de forma independente, os três volumes se tornaram best-sellers da Amazon e do New York Times. Howey mora em Jupiter, na Flórida, com a esposa, Amber, e a cadela, Bella.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

“Uma realidade alternativa imaginada em ricos detalhes.” The New York Times, sobre O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares

Dez incríveis histórias ambientadas no universo de O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares


O livro dentro dos livros, Contos peculiares é a coletânea de contos e fábulas citada ao longo da série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares — o livro com as histórias que os jovens peculiares escutam sua protetora contar e recontar.
Um menino que vira gafanhoto e foge com um grupo de gansos; uma princesa com língua de cobra à procura de um príncipe com quem se casar; canibais ricos que comem braços e pernas de peculiares que têm o dom de se regenerar são alguns dos personagens dessas narrativas que há séculos povoam o imaginário dos peculiares, oferecendo não apenas valiosas lições, mas também pistas para informações secretas, como a localização exata de certas fendas temporais, por exemplo. Compilado por Millard Nullings, o menino invisível acolhido no lar da srta. Peregrine, o livro inclui surpreendentes comentários e notas, além de um desfecho alternativo para a tocante história do gigante Cuthbert, já conhecida dos leitores da série.
Inusitado, surpreendente e divertido, Contos peculiares é ao mesmo tempo um delicioso complemento e uma porta de entrada para o rico universo criado por Ransom Riggs; um verdadeiro presente para quem não resiste à magia das boas histórias.

· Edição de luxo, com capa dura e interior impresso em duas cores, incluindo dez belíssimas ilustrações do artista Andrew Davidson, em estilo de xilogravura.

· Os dois primeiros volumes da série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares estão há 21 semanas nas principais listas de mais vendidos do país.

· Contos peculiares chega às livrarias em um dia bastante especial para os fãs da série escrita por Ransom Riggs: 3 de setembro. O mesmo dia da fenda temporal da srta. Peregrine!

· Também em setembro, dia 30, estreia no Brasil o filme O lar da srta. Peregrine, inspirado no universo da série, com direção de Tim Burton, criador de obras-primas como Edward Mãos de Tesoura, Os Fantasmas se Divertem e Alice no País das Maravilhas.

Outros livros do autor: Cidade dos etéreos e Biblioteca de almas
Sobre o autor: Criador da trilogia de sucesso O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, Ransom Riggs cresceu na Flórida e hoje mora na cidade que se tornou o lar das crianças peculiares: Los Angeles. Sempre seguiu uma dieta à base de histórias de fantasmas e comédias britânicas, o que provavelmente explica o estilo de seus romances.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

“Não consegui parar de ler nem de pensar nos interessantes e disfuncionais irmãos Plumb.” — Amy Poehler

Um romance engraçado e perspicaz sobre quatro irmãos adultos e o destino do dinheiro que moldou a vida e as escolhas de toda a família

Leo Plumb estava bêbado e drogado quando fugiu sorrateiramente da festa de casamento do primo, levando uma das garçonetes a tiracolo. No calor do momento, dirigindo para longe dali, os dois sofrem um acidente de carro com graves consequências. Para fazer com que seus problemas desaparecessem, Leo precisou usar o dinheiro de uma conta da família, um dinheiro sagrado: o pé-de-meia que garantiria o futuro dos irmãos Plumb.
Ansiosos para receberem sua parte e horrorizados ao descobrirem que a mãe permitiu que Leo torrasse aquela grana, eles marcam um encontro para deliberar quando e como o dinheiro será restituído. Melody, esposa e mãe de gêmeas adolescentes que mora num subúrbio luxuoso, tem uma hipoteca cara e duas mensalidades universitárias se aproximando no horizonte. Jack, um vendedor de antiguidades, escondeu do marido que, para sustentar seu negócio, empenhou uma das propriedades do casal. E Bea, que já foi considerada uma promessa da cena literária, não consegue mais escrever.
Reunidos novamente, como nunca estiveram, os irmãos terão que superar antigos ressentimentos e as escolhas erradas que fizeram na vida. Uma análise inteligente e afetuosa de como a expectativa desempenha um papel central em nossas vidas, A grana tem o ingrediente mais explosivo de qualquer boa briga de família: dinheiro.

· Romance de estreia da autora, A grana figurou nas listas de mais vendidos de diversos veículos dos Estados Unidos.

· Os direitos para adaptação cinematográfica foram adquiridos pela Amazon Films, com coprodução de Jill Soloway (Transparent e Six Feet Under).

“Tiranicamente engraçado.” — The Guardian

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Único escritor a receber os três mais importantes prêmios da literatura policial americana, Harlan Coben teve suas obras traduzidas para 41 idiomas e já vendeu mais de 70 milhões de livros no mundo.


Clique na imagem leia 1º capitulo
 http://editoraarqueiro.com.br/diversos/info/2016/2016_08_15Medomaisprofundo/Omedomaisprofundo_Trecho.pdf
“Um livro esplêndido. Como sempre, no centro do romance está a falível mas infinitamente atraente figura de Myron Bolitar – um Dom Quixote pronto para lidar com os problemas do mundo.” – Publishers Weekly

Na época da faculdade, Myron Bolitar teve seu primeiro relacionamento sério, que terminou de forma dolorosa quando a namorada o trocou por seu maior adversário no basquete. Por isso, a última pessoa no mundo que Myron deseja rever é Emily Downing.
Assim, ele tem uma grande surpresa quando, anos depois, ela aparece suplicando ajuda. Seu filho de 13 anos, Jeremy, está morrendo e precisa de um transplante de medula óssea – de um doador que sumiu sem deixar vestígios. E a revelação seguinte é ainda mais impactante: Myron é o pai do garoto.
Aturdido com a notícia, Myron dá início a uma busca pelo doador. Encontrá-lo, contudo, significa desvendar um mistério sombrio que envolve uma família inescrupulosa, uma série de sequestros e um jornalista em desgraça. Nesse jogo de verdades dolorosas, Myron terá que descobrir uma forma de não perder o filho com quem sequer teve a chance de conviver.

SOBRE O AUTOR:
Vencedor de diversos prêmios, Harlan Coben é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da série de Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 41 idiomas.
Aclamado na França, Coben é conhecido como “o mestre das noites em claro”. Seu livro Não conte a ninguém foi transformado no premiado filme homônimo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet, disponível no Brasil em DVD. Em 2015, Que falta você me faz também teve os direitos vendidos para o cinema.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Felipe Folgosi - História em quadrinhos em São Paulo 
Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura fatos científicos e questões filosóficas. “Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, então pesquisei muito para que cada termo científico usado, cada dado técnico citado gerasse uma sensação de verossimilhança no leitor”, explica o autor, que levou dez anos entre a ideia original e seu lançamento, período dedicado à pesquisa exigida pelo projeto: “a pesquisa foi extensa, detalhada, começando com os locais onde se passa a história, dados sobre astronomia e astrofísica, sobre partículas cósmicas, precessão dos equinócios, neandertais versus homo sapiens, aceleradores de partículas, agências de pesquisa militar, maçonaria e por aí vai”, relata.
Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Ele desenvolveu inicialmente o roteiro de “Aurora” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. “Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa fantástica, misturando astronomia, medicina, evolucionismo com uma boa dose de sociedades secretas e teorias da conspiração”.
Fã de quadrinhos, conta que a inspiração vem tanto do universo da HQ quanto da ciência. “Além de gostar da cultura pop, gosto muito de ciência e, apesar de leigo, leio frequentemente sobre o assunto, mas no final penso que meu grande interesse é sobre o ser humano e sua relação com o universo, sobre a construção da realidade e da possibilidade da existência e manifestação de uma metafísica ou Deus”, finaliza o autor.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

“Com cenas de batalha, momentos cômicos e personagens bem desenvolvidos, a série chega a um de seus pontos altos.” Booklist

As Chamas do Paraíso Série A Roda do Tempo (Vol. 5)

Depois de uma perigosa jornada ao Deserto Aiel, Rand se consagrou como Aquele Que Vem Com a Aurora, conforme profetizado por seu novo povo. Ter um exército de homens e mulheres extremamente hábeis na batalha deveria ser uma vantagem, mas, conforme se apega aos novos aliados, o Car'a'carn, chefe dos chefes, se sente cada vez mais vulnerável às tramas de seus inimigos.
Enquanto isso, Nynaeve e Elayne perdem aliadas importantes e ganham uma poderosa inimiga. Após a expulsão de Siuan Sanche da Torre Branca, as duas Aceitas devem tentar encontrar as poucas Aes Sedais que continuam fiéis à sua causa. Porém, Moghedien está à espreita, determinada a capturar Nynaeve em sua teia.
Em As Chamas do Paraíso, Jordan aprofunda ainda mais seu criativo universo. Antigas instituições caem por terra e novas alianças se formam, pois o Dragão provoca mudanças por onde passa. Heróis lendários se juntam à história no novo volume de A Roda do Tempo, uma das mais extraordinárias séries já escritas.

· As Chamas do Paraíso é um lançamento inédito no Brasil.

· O volume anterior da série, A Ascensão da Sombra, lançado durante a Bienal do Rio de 2015, foi um dos livros mais vendidos do estande da Intrínseca.

· Lançados originalmente entre 1990 e 2013, os 14 volumes da série A Roda do Tempo compõem um elaborado universo fantástico, só comparável ao da obra de J.R.R. Tolkien, e já venderam mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo.

Sobre o autor:
ROBERT JORDAN, pseudônimo de James Oliver Rigney Jr., nasceu em 1948, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Aprendeu a ler sozinho e aos 5 anos vivia imerso em histórias de autores como Mark Twain e Julio Verne. Serviu na Guerra do Vietnã, formou-se em física e, em 1977, quando trabalhava para a Marinha como engenheiro nuclear, começou a escrever. A série A Roda do Tempo, sua obra-prima, é considerada a maior e mais elaborada narrativa de literatura fantástica desde os livros de J.R.R. Tolkien. Robert Jordan morreu em 2007.

Outros livros da série:
O Olho do Mundo, A Grande Caçada, O Dragão Renascido e A Ascensão da Sombra

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O poder da paixão e da perseverança

Neste livro obrigatório para todos que desejam alcançar o sucesso, a psicóloga Angela Duckworth demonstra para pais, estudantes, educadores, atletas e empreendedores que o segredo para realizações incríveis não é o talento, mas uma mistura de paixão e perseverança que ela chama de “garra” — a capacidade de perseverar e produzir resultados além do puro talento, da sorte ou das eventuais derrotas.
Ao usar como exemplo a própria história como filha de um cientista que, com frequência, notava sua falta de “genialidade”, Duckworth, agora professora e pesquisadora renomada, descreve as primeiras revelações que a levaram à hipótese de que não é a “genialidade” que realmente conduz ao sucesso, mas uma combinação especial de paixão e perseverança.
Em Garra, ela cita o caso dos cadetes que se esforçam em seus primeiros dias na Academia Militar de West Point e de professores que trabalham nas escolas mais difíceis de lecionar dos Estados Unidos. Destaca conceitos e insights fascinantes buscados tanto na história quanto nos mais modernos experimentos sobre alta performance e, finalmente, compartilha com o leitor o que aprendeu ao entrevistar dezenas de pessoas bem-sucedidas nos mais diversos campos de atuação: do CEO do
J. P. Morgan a um cartunista da The New Yorker e um treinador da National Football League, entre outros.

Pessoal e inspirador, capaz de transformar vidas, Garra é um livro sobre o que se passa na cabeça das pessoas durante as derrotas e como isso — não o talento ou a sorte — pode fazer toda a diferença.

· A palestra TED em que a autora desenvolve sua tese, principalmente com relação à educação infantil, já soma quase 9 milhões de visualizações.

· O livro tem extensa base de pesquisa, exemplificada com gráficos, tabelas e questionários que permitem que o próprio leitor faça uma autoanálise.

“Garra é uma resposta fascinante e convincente à falsa importância dada ao QI. Duckworth lembra que são o caráter e a perseverança
que diferenciam os bem-sucedidos.”  Malcolm Gladwell, autor de O ponto da virada.

“Prosa primorosa e ritmo que evoca os grandes contos.” Kirkus Reviews

Esta é a história que nunca foi contada...

Clássico da literatura universal, as histórias de As mil e uma noites estão no imaginário de todos — do Oriente ao Ocidente. É impossível que alguém nunca tenha ouvido falar sobre Ali Babá e seus quarenta ladrões, ou sobre Aladim e o gênio da lâmpada. Ou sobre Sherazade, a mulher sagaz e inteligente que se casou com um homem cruel, e, por mil e uma noites, driblou a morte narrando contos de amor e ódio, medo e paixão, capazes de dobrar até mesmo um rei. Em As mil noites, a história se repete, mas com algumas diferenças…
Quando Lo-Melkhiin chega àquela aldeia — após ter matado trezentas noivas —, a garota sabe que o rei desejará desposar a menina mais bela: sua irmã. Desesperada para salvar a irmã da morte certa, ela faz de tudo para ser levada para o palácio em seu lugar. A corte de Lo-Melkhiin é um local perigoso e cheio de beleza: intricadas estátuas com olhos assombrados habitam os jardins e fios da mais fina seda são usados para tecer vestidos elegantes. Mas a morte está à espreita, e ela olha para tudo como se fosse a última vez. Porém, uma estranha magia parece fluir entre a garota e o rei, e noite após noite Lo-Melkhiin vai até seu quarto para ouvir suas histórias; e dia após dia, ela continua viva.
Encontrando poder nas histórias que conta todas as noites, suas palavras parecem ganhar vida própria. Coisas pequenas, a princípio: um vestido de seu lar, uma visão de sua irmã. Logo, ela sonha com uma magia muito mais terrível, poderosa o suficiente para salvar um rei...

· Com uma narrativa lírica que faz jus à história de Sherazade, E. K. Johnston nos apresenta uma fábula de mistério e magia, sacrifício e amor, digna dos grandes clássicos.

· E. K. Johnston foi finalista do Morris Award, prêmio da YALSA, em 2015 e finalista do Kirkus Prize em 2014.
“Todos temos nossos pequenos gatilhos... coisas que esperam por nós, pacientemente, em passagens sombrias de nossas vidas.”


É com palavras assim que Neil Gaiman apresenta Alerta de risco, uma rica coletânea de histórias de terror e de fantasmas, ficção científica e conto de fadas, fábula e poesia que exploram o poder da imaginação.
Em “História de aventura”, Gaiman pondera sobre a morte e sobre como, ao morrer, as pessoas levam consigo suas histórias. No suspense “Caso de morte e mel”, ele nos presenteia com sua versão do mundo de Sherlock Holmes. Em “A Bela e a Adormecida”, duas conhecidas personagens de contos de fadas têm suas histórias entrelaçadas em uma releitura bastante original. “Hora nenhuma” é um conto muito especial sobre Doctor Who, escrita para o quinquagésimo aniversário da série de tevê, em 2013. E há também um conto escrito exclusivamente para esta coletânea: “Cão negro”, que revisita o mundo de Deuses americanos ao narrar um episódio que envolve Shadow Moon em um bar durante seu retorno aos Estados Unidos.
Um escritor sofisticado cujo gênio criativo não tem paralelos, Gaiman hipnotiza com sua alquimia literária e nos transporta para as profundezas de uma terra desconhecida em que o fantástico se torna real e o cotidiano resplandece. Repleto de estranheza e terror, surpresa e diversão, Alerta de risco é um tesouro que conquista a mente e agita o coração do leitor.

• Coletânea inédita no Brasil, Alerta de risco conta com texto de introdução de Neil Gaiman que situa cada uma das histórias e faz um paralelo com a vida do autor na época em que foram escritos.

• O oceano no fim do caminho, de 2013, primeiro romance do autor publicado pela Intrínseca, vendeu mais de 60 mil exemplares e colocou Neil Gaiman nas listas de mais vendidos do Brasil pela primeira vez. Juntos, os livros do autor já venderam pela Intrínseca mais de 100 mil exemplares.

“A mente de Gaiman é um oceano obscuro e insondável, e sempre que mergulhamos nela, o mundo real desaparece, substituído por outro muito mais terrível e belo, no qual nos afogamos com alegria.”
The New York Times


Sobre o autor:
NEIL GAIMAN descobriu seu amor pelos livros na infância e devorava as histórias de C.S. Lewis, J.R.R. Tolkien, James Branch Cabell e Edgar Alan Poe, entre outros autores. Começou a carreira como jornalista, mas logo o talento para construir tramas e universos únicos o levou para o mundo dos quadrinhos, com a aclamada série Sandman, e depois para a ficção adulta e infantojuvenil. Suas obras receberam inúmeros prêmios e medalhas e foram adaptadas em bem-sucedidas versões para cinema, televisão e até ópera. Gaiman nasceu em Hampshire, Inglaterra, e hoje mora perto de Minneapolis, nos Estados Unidos, com a mulher e o filho.
Outros livros do autor:
O oceano no fim do caminho, Faça boa arte, A verdade é uma caverna nas Montanhas Negras, João & Maria, Os filhos de Anansi, Lugar Nenhum.

quarta-feira, 15 de junho de 2016





Padre Alessandro Campos é um dos religiosos mais admirados do Brasil. Em seus shows de norte a sul do país e em seu programa na Rede Vida, ele leva a fé e a esperança a milhões de brasileiros.
Após cada apresentação, ele conversa com o público sobre Deus, perseverança e fraternidade. Quer ser feliz? Ame e perdoe, seu novo livro, reúne 30 reflexões simples, belas e inspiradoras despertadas por esse diálogo com o povo pelas estradas do Brasil. Uma obra que irá emocionar, cativar e mudar as vidas de fiéis de todas as idades.


A obra Marcel Gautherot, fotografias publicada por ocasião da exposição da retrospectiva na Maison Européenne de La Photographie, Paris, de junho a agosto de 2016, traz textos de Michel Frizot, grande historiador da fotografia, Jacques Leenhardt, sociólogo e crítico de arte, além de textos dos organizadores da publicação, Samuel Titan Jr. e Sergio Burgi, e outro de Lorenzo Mammì, curador de programação e eventos do IMS. A publicação possui 256 imagens com um leque de temas que ocuparam Gautherot desde seu período de formação na França, sua viagem ao México, em 1936, e o início da sua carreira no Brasil. Sua obra desempenhou um papel fundamental na construção da representação moderna do país, tanto por aqui como no exterior.

Ana Cristina Cesar, um dos nomes mais importantes da poesia brasileira ganha uma fotobiografia organizada por Eucanaã Ferraz, poeta e consultor de literatura do IMS.


  Para compor o perfil visual da poeta, além das fotografias do seu acervo, sob a guarda do IMS, e de acervos pessoais, Ferraz convidou amigos que pudessem escrever sobre Ana Cristina a partir de suas memórias afetivas. Incluiu também pessoas que nunca a conheceram pessoalmente, mas foram tocadas por sua obra de alguma maneira. A lista inclui nomes como: Armando Freitas Filho, Heloisa Buarque de Hollanda, Clara de Andrade Alvim, Flavio Cruz Lenz Cesar, Laura Liuzzi, Alice Sant’Anna, Leonardo Gandolfi, entre outros.
Ana Cristina destacou-se na década de 1970 com uma poesia intimista, marcada pela coloquialidade, e com talento para diversas vertentes da atividade intelectual – foi também tradutora e crítica literária. Seu gosto pela fotografia se parece com seu apreço pelo diário e pela correspondência. Para Ferraz, ela parecia gostar de ser fotografada, observando regras, obedecendo ao fotógrafo, propondo novos ângulos, elaborando poses e exigindo de si mesma uma entrega ativa ao ser fotografada. O livro inclui fotografias de infância, dos amigos, do tempo em que viveu no exterior, imagens do seu último ano de vida, além de manuscritos, desenhos e outros materiais do seu acervo. O organizador reconhece, entretanto, que esta é uma fotobiografia incompleta, já que um perfil é sempre parcial e feito de escolhas.

“Perturbadoramente plausível.” Kirkus Reviews

Alguém terá de sangrar para que todos possam saciar sua sede

Num futuro árido e tumultuado, em que a água ganhou o status de commodity mais valiosa, o direito de uso das fontes e dos rios é alvo de disputas ferrenhas. Uma guerra entre governos, órgãos públicos e empresários, na qual vale tudo. Enquanto advogados e burocratas armam-se com infinitos processos judiciais, mercenários e militares subjugam proprietários de terra, implodem estações de tratamento e interrompem o abastecimento de regiões inteiras.
Nesse cenário surge Angel, um faca de água, um dos muitos mercenários com a missão de cortar e desviar o fornecimento de água a mando de quem paga mais. Lucy é uma jornalista premiada que decidiu revelar para o mundo a realidade da Grande Seca. Maria é uma jovem cuja vida foi destruída pelos efeitos das mudanças climáticas. Quando o direito de usar a água significa dinheiro para alguns e sobrevivência para outros, o que esses três personagens não sabem é que seu encontro é um marco que poderá mudar tudo. Um novo fiel da balança que sempre pendeu para o mesmo lado.
Futurista, mas nada improvável, Faca de água é um thriller que perpassa por questões econômicas, ambientais e éticas numa narrativa que extrapola o gênero, daquelas que se lê de uma tacada só e depois leva-se um longo tempo assimilando.

· Paolo Bacigalupi é uma das maiores revelações da ficção científica mundial, tendo o início de carreira comparado pela crítica internacional ao de ninguém menos que William Gibson, e Faca de água guarda todos os elementos de uma grande obra do gênero: rituais e vocabulário próprios em uma trama de elementos verossímeis e familiares ao leitor.

· Um livro futurista com um tema real e contemporâneo. Grandes metrópoles do mundo têm sofrido com a questão do abastecimento de água. No Brasil, vários reservatórios chegaram ao “volume morto” recentemente e, nos Estados Unidos, a Califórnia enfrentou a maior crise hídrica da história do estado.

“Um pouco de Laranja mecânica com o melhor de William Gibson.”
Los Angeles Times

domingo, 12 de junho de 2016

MYTHOLOGY - THE DC COMICS ART OF ALEX ROSS


MARCA Random House Inc
IDIOMA Inglês
ANO DA EDIÇÃO 2005/11/01

Sinopse:

Mythology returns, in a newly expanded edition of the book Entertainment Weekly awarded a grade of A, saying: “Alex Ross brings to his work an unparalleled sense of the real. His heroes–both super and mortal–have weight; they exist in space, and that space is affected by them in ways never before seen on the page.” And so here they are, the incomparable cast of the DC Comics universe: Superman, Batman, Wonder Woman, the Flash, Aquaman, the Green Lantern, and the rest of the Justice League as you’ve never seen them before. Mythology brings together the best loved comic characters in the world, brought to life by Alex Ross, one of the most astonishing young artists working in the medium today. The award-winning designer/writer Chip Kidd and photographer Geoff Spear have teamed up to create a book like no other, with an introduction by M. Night Shyamalan, the acclaimed director of The Village and The Sixth Sense. Ross has often been called the Norman Rockwell of comics, and this book reveals not only his lifelong love of these classic superheroes but also his vision: Mythology 
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takes you into the studio for a behind-the-scenes look at his fascinating creative process. The combination of Ross’s dynamic art and Kidd’s kinetic design makes images from his most memorable stories–including Kingdom Come, Superman: Peace on Earth, Batman: War on Crime, and Uncle Sam–soar off the more than 300 pages. The new material centers on Ross’s startling new comic book series, Justice, including sketches, preliminary art, prototype figures, and more. Mythology is a book in which every page explodes with the power of the icons it celebrates.    
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sábado, 11 de junho de 2016

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS - EDICAO DEFINITIVA

 Clique e adquira esse exemplar!!!
 http://sp.olx.com.br/sao-paulo-e-regiao/livros-e-revistas/batman-o-cavaleiro-das-trevas-edicao-definitiva-198313248
Sinopse: 
Na metade da década de 80, a DC deu liberdade total a Frank Miller (Batman: Ano Um) para escrever O Cavaleiro das Trevas, que se tornaria uma das minisséries mais marcantes da extensa vida editorial do Homem-Morcego. Vários anos depois, atendendo ao apelo de milhares de leitores e da própria editora, o autor produziu uma segunda saga centrada no mesmo universo. E são essas duas aventuras completas que a Panini tem orgulho em trazer ao Brasil, numa edição encadernada com todo o luxo que merece, contendo diversos extras: esboços, capas originais, trechos de roteiro e muitas outras surpresas.
Originalmente uma minissérie em 4 edições lançada no início de 1986, BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS levou muito pouco tempo para ser considerada uma das duas pedras angulares dos quadrinhos modernos, ao lado de Watchmen, de Alan Moore.
Escrita e desenhada por Frank Miller, a história, mostrando um Cavaleiro das Trevas envelhecido e amargurado voltando à ativa após anos de aposentadoria, ultrapassou as fronteiras do que se convencionava considerar “histórias em quadrinhos”, estabelecendo novos parâmetros, tanto em narrativa como em temática, e influenciando tudo o que veio depois.
Em 2001, Miller voltou a o distópico mundo criado por ele há quinze anos e deu continuidade ao clássico em uma nova minissérie, O CAVALEIRO DAS TREVAS 2. O material, como não poderia deixar de ser, foi um sólido sucesso de vendas. Agora, a Panini relança no Brasil esses dois marcos das HQs em um único volume, com acabamento de luxo e repleto de extras exclusivos, incluindo uma introdução escrita pelo autor, a proposta de Miller para o projeto original e um sem-número de esboços. Uma edição grandiosa para fazer jus a um dos mais festejados momentos dos quadrinhos em todos os tempos.
   
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PREACHER - ALAMO VOL. 9

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Sinopse:
Mais de 180 homens morreram lutando por sua liberdade em um pequeno forte no coração do Texas. O lugar era chamado de Mission San Antonio de Valero, mas ficou mundialmente conhecido por outro nome: ÁLAMO. O reverendo Jesse Custer voltará a esse emblemático lugar de sacrifício para encerrar a jornada que começou nos restos fumegantes de sua igreja muito tempo atrás – uma cruzada para encontrar Deus e fazê-Lo responder por Suas ações. Depois de tudo pelo que Jesse e Tulipa O’Hare, seu amor, passaram – traição, morte, ressurreição –, finalmente chegou a hora de se fazer justiça. Mas eles terão a oportunidade de agir antes que Starr, líder obcecado do Graal, finalmente acerte suas contas com o reverendo? Ou o Álamo será o palco de outra derrota?
ÁLAMO é a aguardada conclusão da saga de PREACHER, uma das histórias em quadrinhos mais aclamadas dos anos 90. Criada por Garth Ennis e pelo artista Steve Dillon, esse novo clássico da nona arte versa sobre vida, morte e redenção, sendo também recheado de sexo, álcool, sangue e violência – além de anjos, demônios, Deus, vampiros e desajustados de toda estirpe. Sem dúvida, uma das obras mais viscerais a ser registrada em celulose! Essa publicação reúne PREACHER 59 a 66 em 228 páginas de quadrinhos e traz o fim desse épico contemporâneo sobre amor, poder e responsabilidade com um confronto para encerrar todos os confrontos – assim na Terra como no céu.

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

“O equivalente de Moby Dick para a floresta.” Le Monde

Uma história real de vingança e sobrevivência

É dezembro de 1997, e um tigre devorador de gente espreita um vilarejo afastado no Extremo Oriente russo. A fera não apenas mata pessoas, ela as aniquila, devora por inteiro. Por isso um grupo de homens com cães de caça é enviado para persegui-la pela floresta densa e gélida. À medida que analisam os parcos restos mortais das vítimas do tigre, os rastreadores percebem algo impensável: os ataques não são aleatórios; fazem parte de uma vingança. Machucada, faminta e perigosíssima, a fera precisa ser detida antes que mais uma tragédia aconteça.
Escrito com maestria e muito bem embasado, O tigre recria os eventos acima descritos ao mesmo tempo em que traça um impressionante panorama de uma paisagem inóspita e gelada e de seus habitantes, que, assolados pela pobreza do pós-perestroika, recorrem à caça ilegal para sobreviver, quebrando o equilíbrio natural que por milênios, antes da colonização europeia, do desflorestamento e da matança sistemática dos animais, permitiu que humanos e tigres coexistissem no mesmo território.
A destreza e o talento de John Vaillant ao descrever o ameaçador tigre-siberiano, superpredador inteligentíssimo capaz de percorrer vastas extensões de florestas e montanhas, são magnetizantes. Uma narrativa envolvente sobre o embate homem versus natureza, com um desfecho apavorante no cenário extremo da taiga siberiana.
Inclui encarte com 16 páginas de fotos.
Ambientado numa região inóspita do Extremo Oriente russo, O tigre atrairá os interessados em histórias de sobrevivência e aventura, além de ser um vívido relato da realidade russa pós-perestroika nas regiões mais afastadas da capital.


“Poucos escritores se esforçaram tanto para compreender seus monstros, e pouquíssimos os descreveram em uma prosa tão envolvente.” The New York Times Book Review

quinta-feira, 9 de junho de 2016

“Uma história real mais bizarra do que qualquer obra de ficção.” The New York Times

Assassinato, magia e loucura na feira que transformou os Estados Unidos

 No final do século XIX os Estados Unidos eram uma nação jovem e orgulhosa, ávida por afirmar seu lugar entre as maiores potências mundiais. Nesse contexto, a Feira de Chicago de 1893 teve papel fundamental: com o objetivo de apresentar a maior e mais impressionante exposição de inovações científicas e tecnológicas já idealizada, coube ao arquiteto Daniel Burnham, famoso por projetar alguns dos edifícios mais conhecidos do mundo, a difícil tarefa de transformar uma área desolada em um lugar de magnífica beleza: a Cidade Branca. Reunindo as mais importantes mentes da época, Burnham enfrentou o mau clima, tragédias e o tempo escasso para construir a enorme estrutura da feira.
A poucas quadras dali, outro homem igualmente determinado, H. H. Holmes, estava às voltas com mais uma obra grandiosa, um prédio estranho e complexo. Nomeado Hotel da Feira Mundial, o lugar era na verdade um palácio de tortura, para o qual Holmes atraiu dezenas, talvez centenas de pessoas. Autor de crimes inimagináveis, ele ficou conhecido como possivelmente o primeiro serial killer da história americana.
Separados, os feitos de Burnham e Holmes são fascinantes por si só. Examinadas juntas, porém, suas histórias se tornam ainda mais impressionantes e oferecem uma poderosa metáfora das forças opostas que fizeram do século XX ao mesmo tempo um período de avanços monumentais e de crueldades imensuráveis. Combinando uma pesquisa meticulosa com a narrativa envolvente que lhe é característica, Erik Larson escreveu um suspense arrebatador, que se torna ainda mais assustador por retratar acontecimentos reais.
Premiado com um Edgar Award e finalista do National Book Award, O demônio na Cidade Branca foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2005 e agora é relançado pela Intrínseca.
Os direitos cinematográficos do livro foram adquiridos por Leonardo DiCaprio, que divulgou planos de interpretar ele próprio o assassino H. H. Holmes.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

“Uma obra incrível que deveria ser lida (e discutida) tanto por crianças quanto por adultos.” School Library Journal

Uma história emocionante que vai conquistar crianças e adultos

Peter e sua raposa são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas.
Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais, Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, de explorar sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos.
Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor.

· Best-seller do The New York Times, Pax estreou em segundo lugar na lista já na primeira semana após seu lançamento.

· Pax teve os direitos de tradução vendidos para mais de dez países e os direitos de adaptação para o cinema foram adquiridos pela Sidney Kimmel Entertainment.

· Jon Klassen, responsável pelas belas ilustrações do livro, é autor best-seller do The New York Times e ilustrador de diversos livros, entre eles Quero meu chapéu de volta e Este chapéu não é meu, que lhe rendeu a Caldecott Medal.

“Duas coisas tornam esse livro notável: a qualidade da prosa de Pennypacker, afiada, inquieta e astuciosa, e a força do amor entre Pax e Peter. Um romance tão belo quanto a própria raposa do título.”

The New York Times Book Review

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Fenômeno nas redes sociais, com mais de 1,2 milhão de seguidores no Facebook.



Quando a noite fica mais escura e as ruas se calam, a maior parte das pessoas dorme e sonha. Algumas, porém, preferem o silêncio para sonhar acordadas. Clarice Freire, autora do best-seller Pó de lua, faz parte desse grupo. É nessa hora que costuma criar suas poesias e seus desenhos. Em seu segundo livro, Pó de lua nas noites em claro, ela vira a madrugada ao avesso em palavras e imagens, dedicando uma hora a cada capítulo, da meia-noite ao amanhecer. Além dos versos que conquistam o público desde 2013, quando foi criada a página Pó de lua no Facebook, Clarice alterna passagens em prosa e poesia, acompanhando sua personagem durante um longo e mágico passeio pela cidade quase deserta.

Com um humor delicado e muita sensibilidade, a autora desvenda a angústia e a alegria daqueles que preferem a noite ao dia. Sua personagem insone se rende ao desejo de sair da cama e andar pelas ruas em busca de si mesma. Descobre que não está sozinha. Os sentimentos e as lembranças ganham vida, e ela esbarra em personagens como um homem que vaga por viadutos, um vigia noturno e até um misterioso carteiro que lhe entrega correspondências às três da manhã. Com lápis de cor e tinta nanquim, Clarice ilumina a escuridão e continua fiel à missão de Pó de lua: diminuir a gravidade das coisas.

· Com design encantador, o livro reproduz o formato de um caderno Moleskine, com delicadas ilustrações a quatro cores.

· De forma inovadora, a autora apresenta textos inéditos que mesclam prosa, verso e desenhos.

Clarice Freire nasceu no Recife em 1988. Desde criança não diferenciava desenho e escrita por conta das influências dentro de casa. O resultado foi a criação de poesia desenhada ou de desenhos poéticos. Em 2011, criou um blog para não jogar mais no lixo seus desenhos e escritos, e, em 2013, uma página no Facebook. Em 2014, Pó de lua virou livro. Agora, em 2016, povoou as noites de insônia com Pó de lua nas noites em claro.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

“A rainha das histórias emocionantes. Uma mestre da narrativa.” – Elle (Reino Unido)

“Jojo Moyes sabe criar uma boa trama, com personagens tão verossímeis que parecem saltar das páginas.” – USA Today

Austrália, 1946. É terminada a Segunda Guerra Mundial, chega o momento de retomar a vida e apostar novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito.
Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas.
Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.
Com personagens únicas e uma narrativa tocante, Jojo Moyes conta uma história inesquecível que captura perfeitamente o espírito romântico e de aventura desse período da História, destacando a bravura de inúmeras mulheres que arriscaram tudo em busca de um sonho.

· Os livros de Jojo Moyes publicados pela Intrínseca já venderam mais de 800 mil exemplares no Brasil.

· O navio das noivas foi inspirado na história da avó da autora, que fez a mesma travessia relatada no romance para reencontrar o marido no período pós-guerra, e cada capítulo traz citações não ficcionais de esposas e oficiais que viajaram nesses navios.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

“Assustador.” – Independent

Vencedor de um Edgar Award, O adulto, de Gillian Flynn é uma homenagem às clássicas histórias de terror

Uma jovem ganha a vida praticando pequenas fraudes. Seu principal talento é a capacidade de dizer às pessoas exatamente o que elas querem ouvir, e sua mais recente ocupação consiste em se passar por vidente, oferecendo o serviço de leitura de aura para donas de casa ricas e tristes.
Certo dia, ela atende Susan Burkes, que se mudou há pouco tempo para a cidade com o marido, o filho pequeno e o enteado adolescente. Experiente observadora do comportamento humano, a falsa sensitiva logo enxerga em Susan uma mulher desesperada por injetar um pouco de emoção em sua vida monótona e planeja tirar vantagem da situação.
No entanto, quando visita a impressionante mansão dos Burke, que Susan acredita ser a causa de seus problemas, e se depara com acontecimentos aterrorizantes, a jovem se convence de que há algo tenebroso à espreita. Agora, ela precisa descobrir onde o mal se esconde, e como escapar dele. Se é que há alguma chance.
Em seu estilo inconfundível que arrebatou milhares de fãs, Gillian Flynn traça surpreendentes e intrigantes perfis psicológicos dos personagens e tece uma narrativa repleta de suspense ao mesmo tempo em que brinca com elementos clássicos do sobrenatural.

· Gillian Flynn figurou nas principais listas de mais vendidos do Brasil com o best-seller Garota exemplar e seus livros somam mais de 200 mil exemplares vendidos no país.

· O adulto, vencedor do Edgar Award de melhor conto de 2015, foi escrito por Gillian a pedido de George R. R. Martin e publicado pela primeira vez em uma antologia organizada pelo autor.

“Gillian Flynn é perfeita. Afiada, ácida, uma contadora de histórias convincente com talento especial para o macabro.” – Stephen King

Outros livros da autora:
Garota exemplar, Objetos cortantes e Lugares escuros

sexta-feira, 27 de maio de 2016

DC COMICS REVELA QUE EXISTEM TRÊS CORINGAS

A maior piada que poderia envolver o personagem.
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Pensando que o passado do Coringa não podia ser mais misterioso ou confuso do que já é, a DC Comics trouxe mais uma impressão insana para o icônico vilão do Batman. 









Art by Ethan Van Sciver
ATENÇÃO: esta matéria contém SPOILERS de Justice League #50 e DC Universe Rebirth #1!

A Marvel Comics deve estar se divertindo com a polêmica.

Novo Capitão América cria polêmica
A história do Capitão América sofreu uma das maiores reviravoltas de todos os tempos. Foi revelado que Steve Rogers sempre foi um Agente da Hidra disfarçado.
O escritor da primeira edição de Capitão América: Steve Rogers, Nick Spencer, conversou com o The Daily Beast e explicou a decisão. “Quando você decide fazer algo assim, não da pra esperar que as pessoas façam uma festa pra você.”Disse ele sobre as ameaças de morte que recebeu após o lançamento da revista. “Eu sabia que haveria uma resposta, eu esperava isso, mas em termos de magnitude e como as pessoas estão se manifestando, essa parte é surreal. Isso passou os limites do que eu esperava”
De acordo com o escritor, muitas das perguntas que os fãs estão fazendo serão respondidas na próxima edição. “Nós queremos deixar as coisas o mais claro possível.” Disse Spencer. “Portanto, agora que revelamos a grande surpresa, vamos voltar e explicar algumas coisas para você, que como um leitor, tem um ponto de vista muito mais claro”.
Um dos pontos que mais preocupa os fãs é a mancha que isso pode deixar no legado do Capitão América, mas Spencer garante que não há motivos pra se preocupar. “Eu sei que hoje pode não parecer, mas essa revista é editada por Tom Brevoort, que tem protegido o legado do personagem há muito tempo.” Ele continua. “Tom não iria me deixar fazer qualquer coisa que colocaria em risco o legado do Capitão e como ele é visto”.


O fato é que dois ou mais candidatos à presidência dos Estados Unidos pelo partido republicano vêm usando um discurso populista e inflamatório contra os imigrantes. Ver um personagem de relevância dentro do cenário estadunidense – que gera muita bilheteria e audiência no cinema – criticando essas políticas, mesmo que de maneira simplista, ser refutado dessa forma, mostra um desespero por parte de alguns elementos da mídia conservadora.
Os leitores que conhecem o Capitão América – ao contrário da imprensa míope e mal informada – sabem que essa não é a primeira vez que o herói (seja ele Steve Rogers ou Sam Wilson) tem problemas com o governo dos Estados Unidos, e até se posicionou contra ele. Em ocasiões diferentes, o Sentinela da Liberdade adotou outras identidades, como Nômade ou simplesmente Capitão (com um uniforme negro) e, recentemente, liderou uma facção de heróis na Guerra Civil, que era contrária ao registro obrigatório de superpoderes.
Faz tempo que o personagem – quando bem escrito, nas mãos de um autor habilidoso – não representa ideais conservadores, nem é um simples soldado controlado pelo governo. Sob a batuta de um roteirista de qualidade, ele representa ideais mais nobres, comuns a todos os povos e não apenas limitados a um grupo de uma única nação.
“Uma lista de melhores romances históricos sem Lisa Kleypas não está completa.” – Beverly Jenkins, autora de Forbidden, para o Publisher’s Weekly
Do quarteto de amigas, Evangeline Jenner é certamente a mais tímida. E se tornará a mais rica quando receber a herança de seu pai, acamado com tuberculose. Mas Evie não se importa com o dinheiro. Tudo o que deseja é estar ao lado do pai em seus últimos dias.
Porém isso só será possível se ela puder escapar da casa dos tios que a criaram. E, para isso, sua única alternativa é casar-se – e rápido. Assim, ela foge no meio da noite para a casa do devasso lorde St. Vincent e lhe propõe casamento em troca de poder cuidar do pai.
Para um aristocrata que precisa de dinheiro, essa é uma excelente proposta. Afinal, é difícil conquistar uma moça rica e solteira quando se tem a reputação de Sebastian – trinta segundos a sós com ele arruinariam o bom nome de qualquer donzela.
Mas há uma condição na proposta de Evie: uma vez consumado o casamento, eles nunca mais dormirão juntos. Ela não será mais uma mulher descartada por ele com o coração partido. Se Sebastian realmente a deseja em sua cama, terá que se esforçar mais em sua sedução... ou entregar seu coração pela primeira vez na vida.
Neste terceiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Lisa Kleypas nos apresenta o relacionamento de duas pessoas muito diferentes, mas igualmente obstinadas. E dessa relação tão peculiar pode nascer um desejo impossível de conter e um sentimento forte demais para esconder. Quem disse que os cafajestes não podem amar?

Desde que foi lançado, há cerca de um mês, O Diário de uma camareira, de Octave Mirbeau, tem suas vendas se elevando, tendo já esgotado a primeira impressão. Este romance foi descoberto pela imprensa e rendeu a matéria de página inteira na Folha de São Paulo

O Diário de Uma Camareira' é adaptação do livro famoso de Octave Mirabeau
 
O Diário de Uma Camareira com Léa Seydoux, a nova musa francesa, e Vincent Lindon, o ator mau encarado, competindo pelo Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim tem de tudo para ser um bom filme - é preciso, a escolha da luz nas cenas é excelente, mostra uma perfeição exigente típica francesa, os atores são ótimos, não se trata de um remake de Renoir e Buñuel, mas falta alguma coisa, aquela coisa capaz de tornar um filme bom melhor que os outros.
Um filme bom, bem trabalhado até mesmo burilado, bem filmado, mas mesmo assim um tanto desdenhado pela crítica que lhe negou aplausos. Não era certamente o melhor dia para o cineasta Benoit Jacquod, pois seus atores não puderem comparecer na coletiva com a crítica.
Talvez o charme um tanto frio de Lea Seydoux pudesse amenizar o clima. Sem ela, as perguntas foram se transformando numa interpretação sóciopolítica do livro inspirador do filme, de Octave Mirbeau, publicado em 1900, e da prestação trabalhista da profissão feminina de camareira, há mais de cem anos, com reflexos na vida sexual das mulheres francesas, pioneiras na libertação sexual, e em termos de conquistas sociais.

segunda-feira, 23 de maio de 2016


Perdida em um mar de ilusões, envolta em solidão e agarrando-se a pequenas esperanças, ela vai lutar pelo amor.

Será que tudo é valido por amor?

Até quando o limite entre o amor e a dor é saudável?

Cassie terá que encontrar essas respostas para ultrapassar seus próprios limites, vencer as barreiras que impôs a si mesma e aceitar o amor, entregando-se sem reservas.
Na luta contra o mar bravio e revolto em que se transformou sua vida, Cassie caminha em direção ao farol que Hawke representa. Um homem bem sucedido, que vê sua vida virada às avessas com a entrada desse furacão chamado Cassie.
Uma batalha será travada! De um lado, o amor quase obsessivo de Cassie, de outro, a força centrada e resoluta de Hawke.
Princípios serão quebrados, lágrimas derramadas, corações dilacerados. Tudo para que o amor prevaleça.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Entrevista: Pierce Brown para o GoodReadsPierce Brown


Original: Good Reads

Tradução: Cine
Revisão: Bruna Fernández

A transformação de Pierce Brown de estudante sem rumo para um autor best-seller de fantasia começou em meio a uma geleira aos 22 anos. O aspirante a escritor, que já teve seis livros sem sucesso e recebeu 130 cartas de rejeições, estava marchando no gelo às 2 da manhã quando teve a ideia para sua distopia, a Trilogia Red Rising. Com seu cenário em um Marte futurístico, o livro mostra a história de Darrow, um membro da oprimida casta de Vermelhos, que embarca em uma jornada brutal de metamorfose e astúcia para enfrentar a decadentes e dominantes casta dos Ouros, que escravizaram seu povo e mataram sua esposa, Eo. Brown dá créditos ao fato de escrever “contra o tempo” para seu primeiro esboço – ele o terminou em menos de dois meses. Sua fascinante estreia de 400 páginas, vencedora desse ano do Goodreads Choice Awards na categoria de Melhor Autor Estreante e finalista de Melhor Fantasia Jovem e Ficção Científica, imediatamente ganhou exércitos de fãs e comparações a Jogos Vorazes, O Senhor das Moscas e As Crônicas de Gelo e Fogo.
Uma guerra de apostas pelos direitos dos filmes se seguiu (a Universal ganhou, com Marc Foster de Guerra Mundial Z como diretor) e Brown começou a escrever o roteiro. Com a segunda parte da trilogia, Golden Son, sendo lançado esse ano, Brown, agora com 26 anos, está trabalhando duro no manuscrito final de seu trabalho.

O Goodreads o tirou de perto de seu computador para falar sobre inspiração, gravidade e os perigos de trabalhar com fones de ouvido que bloqueiam ruídos.

De onde a sua inspiração para Red Rising surgiu?
Foi bem orgânico. Eu estava fazendo trilha na Cascade Montain Range e estava relendo a peça grega Antigone. Eu estava impressionado pelo contraste da história, a dicotomia das forças representadas, uma jovem garota marginalizada que bate de frente com o poder frio, e eu pensei que era uma coisa linda um personagem tão frágil ser a semente da destruição. E então eu me perguntei: O que Antígone deixou para trás? E se tivesse uma pessoa que fosse apaixonada por Antígone? Como as ações dela poderiam transformar não só ele, mas o mundo? A história começou a se desenrolar diante de mim. Eo foi concebida bem antes de Darrow. Ela foi a primeira personagem. Sempre foi sobre esse sacrifício.

Você viu a história como uma trilogia desde o início?
Sim. Esse é o tipo de estrutura que eu mais amo. Eu acho que impõe disciplina no segmento da história, apesar de várias trilogias abandonarem completamente essa disciplina por razões que são desconhecidas por mim.

Como Marte surgiu na equação?
Em termos de temática ressonou em mim por conta da dissonância entre o deus Romano Mars e o deus Grego Ares, e como os Romanos degradaram a mitologia grega. Eles fizeram o deus Marte mais um protetor do coração e do lar do que o deus Ares, que foi insultado pelos gregos. Mas também porque Marte é o próximo ponto de partida para a humanidade, por isso tem origens lá também. E eu sempre fui fascinado por ele desde que eu o vi por um telescópio quando era uma criança no Arizona.

Você teve que fazer muita pesquisa sobre o espaço e o sistema solar?

Não muita. Eu mudei bastante isso, não é um livro de ficção-científica, está mais para uma ficção-científica de fantasia. Eu queria que os planetas fossem diferentes nos termos de tipos étnicos e culturais, mas você não pode fazer muito disso porque já tem várias partes diferentes. Mas se alguém morasse em Marte, por exemplo, com um terço da gravidade da Terra, ou Luna, a lua da Terra, que tem um sexto da gravidade da Terra, você precisa levar em consideração o quanto isso iria afetar o peso dessas pessoas, a estrutura dos ossos, e a densidade, e você tem que construir tudo ao redor disso, e isso é muito interessante de se explorar.

Depois que você começou com um personagem, o quão rápido todo o universo se envolveu em sua mente?
Muito rápido. Eu escrevi o livro em menos de dois meses. Eu não fiz um esboço dele, o que foi bem problemático quando estava próximo do final, mas em grande parte a história estava praticamente formada porque Darrow tinha uma motivação muito forte. Eu sempre fui um fã da noção de que um livro é a guerra de um coração contra si mesmo, e é isso o que eu penso que um bom personagem é, e Darrow tem isso dentro de si porque ele não quer nada mais além de amor.

Em Red Rising a sociedade é dividida entre a hierarquia de castas codificadas por cores, com os Vermelhos na base e os Ouros no topo. Como que esse sistema surgiu?
A origem está em A República, de Platão, no qual ele diz que em uma sociedade perfeita os homens deveriam formar uma hierarquia natural. Há homens com almas ouro, homens com almas de cobre, ferro. Os de ferro deveriam lavrar o solo, enquanto os de almas ouro deveriam governar a cidade. Mas ele não acreditava que isso deveria ser passado através do nascimento; ele acreditava em uma meritocracia. O problema é que ele não viu que as pessoas gostariam de acumular riquezas ou poder e passar isso para aqueles que amam. Então eu pensei que isso seria interessante. Nós temos uma meritocracia, mas como isso poderia ser envenenado?

Enquanto escrevia, você tinha a consciência de qualquer comentário contemporâneo social que você poderia fazer?
Não estou tentando dizer nada a ninguém. Tinha 23 anos quando eu escrevi esse livro, que é uma experiência de vida bem limitada, então eu tenho que fazer isso com um nível bem grande de humildade. Não necessariamente diz o que eu penso, mas o que é real nesse mundo imaginário. Reivindicar algumas grandes noções de crítica governamental não é algo que eu sempre quis fazer. O que é realmente interessante para mim é como as pessoas e a economia funcionam e como grupos tomam decisões. É divertido ver como as coisas de acontecem em padrões parecidos. Somos muito previsíveis em termos do arco geral da história. E isso é realmente o que eu queria ver em Red Rising: o que nós reconhecemos no mundo deles que é paralelo ao nosso próprio mundo, apesar do mundo deles ser completamente diferente, e apesar deles olharem para a democracia como uma coisa abominável. O segundo livro irá se concentrar ainda mais na mídia e na ideia de propaganda, o que é algo com o qual sou fascinado.

Todas as castas tem seu próprio dialeto com suas gírias distintas (como os Vermelhos em ‘bloodydamn’*). Como você criou isso?
* traduzido como ‘porra’ na versão brasileira.
Eu baseei muitas das gírias dos Vermelhos em pôsteres que foram colocados em Nova Iorque durante a imigração irlandesa no final da metade do século 19. Eu peguei um pouco do palavreado deles e só alterei. Já para os Cinzas há uma inflexão mais londrina. Mas eu acho que é arriscado porque criar gírias é muito besta às vezes. Battlestar Galáctica usava a palavra “frak”, e leva um tempo para se acostumar. Mas depois você sente como se fosse parte de um clube. A linguagem é uma maneira de nós pertencermos, e pensei que seria incrível dar aos fãs e aos meus personagens uma maneira de se comunicar e pertencer a algum lugar.

Quem você diria que são os principais escritores que o influenciaram em sua criação de Red Rising?
Obviamente os contemporâneos, eu diria. J.K. Rowling, porque ela surgiu em uma nova era em que a cultura da fantasia está sendo aceita pela sociedade dominante de uma maneira bem melhor que J.R.R. Tolkien conseguiu. Eu acho que Gene Wolfe, que é um escritor mais dedicado à ficção científica, é fantástico. Stephen King é incrível, mas mais porque eu me dei conta de que, apesar de eu ficar totalmente imerso nas histórias dele, não consigo escrever nem um pouco como ele, e não tenho nem um pouco de paciência, e George R.R. Martin por conta da quantidade incrível de histórias que ele consegue juntar. E Frank Herbert também. Eu acho que Duna e O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas são os paralelos mais próximos de Red Rising em termos de tom e história. As pessoas o comparam a Jogos Vorazes ou Maze Runner e outras coisas do tipo, mas eu sempre senti que a alma de Red Rising é muito mais na linha de Alexander Dumas e Frank Herbert. Aqueles caras eram clássicos, eu não estou me comparando a eles, mas foi de lá que eu tive a inspiração. E então eu diria que Tolkien teve uma grande influência em mim assim como Homero e Sófocles.

Como você descreveria seu estilo de escrita?
Eu quero que meu estilo de escrita seja algo acessível, e é por isso que é tão interessante ter o livro sendo chamado de Jovem Adulto. Há muitas discussões entre os leitores: É Jovem Adulto ou não é? Eu não sei. Mas o negócio é que o Jovem Adulto é simplesmente um livro que é interessante em cada capítulo. Muitos livros não são necessariamente assim. Muitos dos meus livros favoritos não são assim, e isso requer uma boa dose de paciência, e eu não sei se essa paciência está alinhada com o jeito moderno de se pensar. Estou sempre lutando com isso: Deveria alongar mais a história, mas então perder o interesse do leitor? Como eu faço esse balanço da velocidade do livro com o conteúdo? Meu editor sempre sabe quando eu estou lendo um autor russo ou coisas que não foram escritas nos últimos 30 anos porque minha escrita começa do nada a ficar muito inchada, e há várias conversas inconsequentes, e ele me pergunta, “Como isso está conduzindo a trama? Seu leitor acabou de parar de ler”.

Você acha que pensa sobre esse mundo o tempo inteiro agora? É difícil se desligar?

É bem difícil. É impossível me desligar se eu estou dirigindo e escutando música ou se eu estou fazendo alguma coisa que não requer muita atividade mental. Eu divago, e eu não penso sobre minha vida, eu penso sobre Red Rising. Eu me sinto muito abençoado nesse momento porque eu tive a oportunidade de realmente refletir sobre esses personagens e o mundo que os envolve. Quando você ler o segundo livro, acho que você poderá notar como minha escrita melhorou porque eu entendo aquele mundo melhor, eu entendo as motivações desses personagens melhor e é menos forçado, simplesmente flui de dentro de mim agora. É muito divertido, e é assim porque eu não saio desse mundo. E enquanto é difícil separar o trabalho da realidade às vezes, sair desse mundo e ter uma conversa é incrível agora porque há uma conexão com os personagens.

Como Darrow evoluiu com você se desenvolvendo mais como um escritor?
Ele é mais introspectivo, ele se preocupa mais com as pessoas ao seu redor, e acho que ele tem uma visão bastante míope do mundo, enquanto foi fácil escrever Red Rising, eu também estava testando o leitor, e eu acho que o leitor irá gostar de Darrow muito mais com o progresso da série. É difícil porque eu sei que eu criei um personagem que algumas pessoas não gostam porque ele é impulsionado por uma única coisa e ele não é legal com as pessoas que gostamos. O que é frustrante às vezes é que as pessoas pensam que esse cara sou eu, que essas são as minhas opiniões. Mas não, esse é Darrow. Ele fica mais esperto enquanto as coisas progridem, e isso é muito bom para mim. Ele se torna um homem.

Qual foi a parte mais emocionante da jornada até agora?

Há duas coisas, na verdade. Uma é escrever algo e meu editor dizer, “Não, Darrow não faria isso,” e me dar conta que eu criei algo além de mim mesmo, é quase como se o produto fosse maior e mais esperto do que eu posso ser. Com sorte! A outra coisa é provavelmente alguém dizer “bloodydamn” para mim.

Quais foram os desafios mais difíceis que você encontrou para adaptar o livro para as telas de cinema?
Os maiores desafios são entender o que a audiência sabe e o que não sabe. Porque o mundo é tão vasto que é difícil levar a sua audiência pela mão no formato de cinema sem se sentir condescendente e sair explicando tudo. O que eu tento às vezes é tirar a complexidade do monólogo interior de Darrow. Com o livro nós podemos estar dentro de sua mente, e mesmo que você concorde ou não com suas decisões, você entende porque ele as tomou. No filme há muitas oportunidades de alienar o público pelas ações terríveis de Darrow. É um processo muito complicado, e é novo para mim. Mas eu também estou escrevendo para séries de TV no momento. Eu comecei a escrever alguns programas de ficções científicas baseados em fantasias que em breve vão ter seus pilotos, e eu estou muito animado com eles.

Você também está escrevendo o livro três no momento?

Sim, e está muito bem. Estava tendo uns problemas para começar porque, antes desses livros, eu nunca escrevi nada com sequencias. É difícil, querer fazer justiça ao personagem, dar um nó em todas as pontas soltas, e estruturar tudo de forma apropriada. Não quero me meter em um buraco. Então com o livro dois demorou um pouco mais para escrever que o primeiro, e com o três eu realmente tenho feito muitos esboços. Na verdade tive que escapar por algumas semanas, meus pais tem uma cabana na costa de Washington, então eu fui lá para escrever em frente à lareira e fiz bastante trilhas, e isso realmente ajudou a limpar meu bloqueio criativo.

Você tem um título para o livro três?
Sim, eu tenho.

Você pode compartilhar?
Na verdade, não. (Nota do LeS: essa entrevista é um pouco antiga, o título do terceiro livro já foi revelado. Será Morning Star.)

Pergunta dos leitores do Goodreads

Sem dar nenhum spoiler significante, você pode nos dar um gostinho de Golden Son?
Darrow começa a entender que o que os Ouros mais temem é a guerra civil, e então ele começa a entender a si mesmo como o Ceifeiro e o criador do caos. Então eu lhe perguntaria: Como alguém cria o maior caos na cultura dos Ouros?

Se você pudesse escolher um ator para interpretar Darrow, quem seria?
Um ótimo ator.

Porque você escreve? É porque você gostaria de falar sobre o mundo para as pessoas, ou porque você gostaria de entender o mundo para si mesmo?
É porque quero compartilhar um mundo.

Uma das minhas coisas favoritas em Red Rising é o oposto de outras séries similares no fato de que Darrow está reconstruindo ao invés de estar passando por uma decadência lenta. Foi importante que você sentisse que ele não tinha nada a perder desde o início?
Sim, eu acho que esse é o ponto. Porque eu comecei com Eo e com aquela perda, e quando você faz isso, você começa quase que do nada, e é como reconstruir um homem e um sonho.

Como será quando você tiver que dizer adeus para esse universo, quando você terminar o livro três?
Muito, mas muito sangue. Brincadeira. Eu acho que depende de como eu o terminar – eu tenho dois possíveis finais que estou escrevendo agora; vou ver qual é mais tematicamente melhor quando chegar lá – mas eu definitivamente será como dizer adeus a um velho amigo e talvez um que eu nunca mais veja.

Qual é a quantidade de escrita que você faz por dia?
Eu tento escrever pelo menos oito horas por dia. Eu acordo, tomo meu café da manhã, leio o jornal ou leio um livro de poesia, particularmente livros de romances ingleses porque eles têm boas expressões e frases e realmente me ajudam em meu próprio uso de palavras. Eu escrevo até a hora do almoço e às vezes tenho um intervalo para comer ou ir malhar, e então eu volto e escrevo por mais quatro horas. Eu tento terminar por volta das 7 ou 8 da noite, porque senão, eu estarei acordado até às 4 da manhã, não necessariamente trabalhando, mas sem conseguir dormir porque estarei pensando sobre aquilo, e isso é problemático porque acaba comigo no próximo dia. Tento tratar minha rotina como a de um trabalho normal pois tenho esse relógio batendo dentro de mim que diz que eu devia estar trabalhando porque eu não estou realmente vivendo a vida real. É quase como se eu fosse seguido por ai essa culpa enorme por não estar produzindo.

Você tem algum hábito de escrita ou ritual?
Café. E eu entro em um estado que estou escrevendo e bloqueio todo o resto. Uso aqueles fones de ouvido que bloqueiam o barulho de fora, e é realmente traumatizante porque de vez em quando um amigo entra na minha casa e surge por trás de mim e me dá um susto enorme. É um jeito muito perigoso de escrever.

O que você está lendo no momento?

Ancillary Justice de Ann Leckie e um livro que um amigo me deu sobre Gustave Doré, meu artista favorito. Ele fez várias gravuras para Paraíso Perdido e a Divina Comédia de Dante.


Fonte pesquisada:

 http://livrosemserie.com.br/


domingo, 1 de maio de 2016

Revelada a capa do terceiro e último livro da série Fúria Vermelha
 Hoje o site da Entertainment Weekly relevou a capa do terceiro livro da trilogia de Pierce Brown, Fúria Vermelha. O título do último volume é Morning Star (Estrela da Manhã, em tradução livre). 

Os dois primeiros livros foram incríveis – o segundo inclusive com um final devastador -, então vocês conseguem imaginar o alvoroço dos leitores da série para o lançamento do livro final dessa trilogia de estreia de Pierce Brown? Quais reviravoltas nos aguardam? O que será de Darrow? O que o futuro guarda para o Chacal e Cassius? Tantas alternativas, tantas saídas… poderia passar o dia todo aqui especulando sobre os acontecimentos desse tão aguardado desfecho.

Morning Star será lançado nos Estados Unidos no dia 09 de fevereiro e deve ser lançado no Brasil ainda esse ano pela Globo Alt, mas nenhuma previsão certa de data.