sexta-feira, 27 de maio de 2016

DC COMICS REVELA QUE EXISTEM TRÊS CORINGAS

A maior piada que poderia envolver o personagem.
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Pensando que o passado do Coringa não podia ser mais misterioso ou confuso do que já é, a DC Comics trouxe mais uma impressão insana para o icônico vilão do Batman. 









Art by Ethan Van Sciver
ATENÇÃO: esta matéria contém SPOILERS de Justice League #50 e DC Universe Rebirth #1!

A Marvel Comics deve estar se divertindo com a polêmica.

Novo Capitão América cria polêmica
A história do Capitão América sofreu uma das maiores reviravoltas de todos os tempos. Foi revelado que Steve Rogers sempre foi um Agente da Hidra disfarçado.
O escritor da primeira edição de Capitão América: Steve Rogers, Nick Spencer, conversou com o The Daily Beast e explicou a decisão. “Quando você decide fazer algo assim, não da pra esperar que as pessoas façam uma festa pra você.”Disse ele sobre as ameaças de morte que recebeu após o lançamento da revista. “Eu sabia que haveria uma resposta, eu esperava isso, mas em termos de magnitude e como as pessoas estão se manifestando, essa parte é surreal. Isso passou os limites do que eu esperava”
De acordo com o escritor, muitas das perguntas que os fãs estão fazendo serão respondidas na próxima edição. “Nós queremos deixar as coisas o mais claro possível.” Disse Spencer. “Portanto, agora que revelamos a grande surpresa, vamos voltar e explicar algumas coisas para você, que como um leitor, tem um ponto de vista muito mais claro”.
Um dos pontos que mais preocupa os fãs é a mancha que isso pode deixar no legado do Capitão América, mas Spencer garante que não há motivos pra se preocupar. “Eu sei que hoje pode não parecer, mas essa revista é editada por Tom Brevoort, que tem protegido o legado do personagem há muito tempo.” Ele continua. “Tom não iria me deixar fazer qualquer coisa que colocaria em risco o legado do Capitão e como ele é visto”.


O fato é que dois ou mais candidatos à presidência dos Estados Unidos pelo partido republicano vêm usando um discurso populista e inflamatório contra os imigrantes. Ver um personagem de relevância dentro do cenário estadunidense – que gera muita bilheteria e audiência no cinema – criticando essas políticas, mesmo que de maneira simplista, ser refutado dessa forma, mostra um desespero por parte de alguns elementos da mídia conservadora.
Os leitores que conhecem o Capitão América – ao contrário da imprensa míope e mal informada – sabem que essa não é a primeira vez que o herói (seja ele Steve Rogers ou Sam Wilson) tem problemas com o governo dos Estados Unidos, e até se posicionou contra ele. Em ocasiões diferentes, o Sentinela da Liberdade adotou outras identidades, como Nômade ou simplesmente Capitão (com um uniforme negro) e, recentemente, liderou uma facção de heróis na Guerra Civil, que era contrária ao registro obrigatório de superpoderes.
Faz tempo que o personagem – quando bem escrito, nas mãos de um autor habilidoso – não representa ideais conservadores, nem é um simples soldado controlado pelo governo. Sob a batuta de um roteirista de qualidade, ele representa ideais mais nobres, comuns a todos os povos e não apenas limitados a um grupo de uma única nação.
“Uma lista de melhores romances históricos sem Lisa Kleypas não está completa.” – Beverly Jenkins, autora de Forbidden, para o Publisher’s Weekly
Do quarteto de amigas, Evangeline Jenner é certamente a mais tímida. E se tornará a mais rica quando receber a herança de seu pai, acamado com tuberculose. Mas Evie não se importa com o dinheiro. Tudo o que deseja é estar ao lado do pai em seus últimos dias.
Porém isso só será possível se ela puder escapar da casa dos tios que a criaram. E, para isso, sua única alternativa é casar-se – e rápido. Assim, ela foge no meio da noite para a casa do devasso lorde St. Vincent e lhe propõe casamento em troca de poder cuidar do pai.
Para um aristocrata que precisa de dinheiro, essa é uma excelente proposta. Afinal, é difícil conquistar uma moça rica e solteira quando se tem a reputação de Sebastian – trinta segundos a sós com ele arruinariam o bom nome de qualquer donzela.
Mas há uma condição na proposta de Evie: uma vez consumado o casamento, eles nunca mais dormirão juntos. Ela não será mais uma mulher descartada por ele com o coração partido. Se Sebastian realmente a deseja em sua cama, terá que se esforçar mais em sua sedução... ou entregar seu coração pela primeira vez na vida.
Neste terceiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Lisa Kleypas nos apresenta o relacionamento de duas pessoas muito diferentes, mas igualmente obstinadas. E dessa relação tão peculiar pode nascer um desejo impossível de conter e um sentimento forte demais para esconder. Quem disse que os cafajestes não podem amar?

Desde que foi lançado, há cerca de um mês, O Diário de uma camareira, de Octave Mirbeau, tem suas vendas se elevando, tendo já esgotado a primeira impressão. Este romance foi descoberto pela imprensa e rendeu a matéria de página inteira na Folha de São Paulo

O Diário de Uma Camareira' é adaptação do livro famoso de Octave Mirabeau
 
O Diário de Uma Camareira com Léa Seydoux, a nova musa francesa, e Vincent Lindon, o ator mau encarado, competindo pelo Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim tem de tudo para ser um bom filme - é preciso, a escolha da luz nas cenas é excelente, mostra uma perfeição exigente típica francesa, os atores são ótimos, não se trata de um remake de Renoir e Buñuel, mas falta alguma coisa, aquela coisa capaz de tornar um filme bom melhor que os outros.
Um filme bom, bem trabalhado até mesmo burilado, bem filmado, mas mesmo assim um tanto desdenhado pela crítica que lhe negou aplausos. Não era certamente o melhor dia para o cineasta Benoit Jacquod, pois seus atores não puderem comparecer na coletiva com a crítica.
Talvez o charme um tanto frio de Lea Seydoux pudesse amenizar o clima. Sem ela, as perguntas foram se transformando numa interpretação sóciopolítica do livro inspirador do filme, de Octave Mirbeau, publicado em 1900, e da prestação trabalhista da profissão feminina de camareira, há mais de cem anos, com reflexos na vida sexual das mulheres francesas, pioneiras na libertação sexual, e em termos de conquistas sociais.

segunda-feira, 23 de maio de 2016


Perdida em um mar de ilusões, envolta em solidão e agarrando-se a pequenas esperanças, ela vai lutar pelo amor.

Será que tudo é valido por amor?

Até quando o limite entre o amor e a dor é saudável?

Cassie terá que encontrar essas respostas para ultrapassar seus próprios limites, vencer as barreiras que impôs a si mesma e aceitar o amor, entregando-se sem reservas.
Na luta contra o mar bravio e revolto em que se transformou sua vida, Cassie caminha em direção ao farol que Hawke representa. Um homem bem sucedido, que vê sua vida virada às avessas com a entrada desse furacão chamado Cassie.
Uma batalha será travada! De um lado, o amor quase obsessivo de Cassie, de outro, a força centrada e resoluta de Hawke.
Princípios serão quebrados, lágrimas derramadas, corações dilacerados. Tudo para que o amor prevaleça.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Entrevista: Pierce Brown para o GoodReadsPierce Brown


Original: Good Reads

Tradução: Cine
Revisão: Bruna Fernández

A transformação de Pierce Brown de estudante sem rumo para um autor best-seller de fantasia começou em meio a uma geleira aos 22 anos. O aspirante a escritor, que já teve seis livros sem sucesso e recebeu 130 cartas de rejeições, estava marchando no gelo às 2 da manhã quando teve a ideia para sua distopia, a Trilogia Red Rising. Com seu cenário em um Marte futurístico, o livro mostra a história de Darrow, um membro da oprimida casta de Vermelhos, que embarca em uma jornada brutal de metamorfose e astúcia para enfrentar a decadentes e dominantes casta dos Ouros, que escravizaram seu povo e mataram sua esposa, Eo. Brown dá créditos ao fato de escrever “contra o tempo” para seu primeiro esboço – ele o terminou em menos de dois meses. Sua fascinante estreia de 400 páginas, vencedora desse ano do Goodreads Choice Awards na categoria de Melhor Autor Estreante e finalista de Melhor Fantasia Jovem e Ficção Científica, imediatamente ganhou exércitos de fãs e comparações a Jogos Vorazes, O Senhor das Moscas e As Crônicas de Gelo e Fogo.
Uma guerra de apostas pelos direitos dos filmes se seguiu (a Universal ganhou, com Marc Foster de Guerra Mundial Z como diretor) e Brown começou a escrever o roteiro. Com a segunda parte da trilogia, Golden Son, sendo lançado esse ano, Brown, agora com 26 anos, está trabalhando duro no manuscrito final de seu trabalho.

O Goodreads o tirou de perto de seu computador para falar sobre inspiração, gravidade e os perigos de trabalhar com fones de ouvido que bloqueiam ruídos.

De onde a sua inspiração para Red Rising surgiu?
Foi bem orgânico. Eu estava fazendo trilha na Cascade Montain Range e estava relendo a peça grega Antigone. Eu estava impressionado pelo contraste da história, a dicotomia das forças representadas, uma jovem garota marginalizada que bate de frente com o poder frio, e eu pensei que era uma coisa linda um personagem tão frágil ser a semente da destruição. E então eu me perguntei: O que Antígone deixou para trás? E se tivesse uma pessoa que fosse apaixonada por Antígone? Como as ações dela poderiam transformar não só ele, mas o mundo? A história começou a se desenrolar diante de mim. Eo foi concebida bem antes de Darrow. Ela foi a primeira personagem. Sempre foi sobre esse sacrifício.

Você viu a história como uma trilogia desde o início?
Sim. Esse é o tipo de estrutura que eu mais amo. Eu acho que impõe disciplina no segmento da história, apesar de várias trilogias abandonarem completamente essa disciplina por razões que são desconhecidas por mim.

Como Marte surgiu na equação?
Em termos de temática ressonou em mim por conta da dissonância entre o deus Romano Mars e o deus Grego Ares, e como os Romanos degradaram a mitologia grega. Eles fizeram o deus Marte mais um protetor do coração e do lar do que o deus Ares, que foi insultado pelos gregos. Mas também porque Marte é o próximo ponto de partida para a humanidade, por isso tem origens lá também. E eu sempre fui fascinado por ele desde que eu o vi por um telescópio quando era uma criança no Arizona.

Você teve que fazer muita pesquisa sobre o espaço e o sistema solar?

Não muita. Eu mudei bastante isso, não é um livro de ficção-científica, está mais para uma ficção-científica de fantasia. Eu queria que os planetas fossem diferentes nos termos de tipos étnicos e culturais, mas você não pode fazer muito disso porque já tem várias partes diferentes. Mas se alguém morasse em Marte, por exemplo, com um terço da gravidade da Terra, ou Luna, a lua da Terra, que tem um sexto da gravidade da Terra, você precisa levar em consideração o quanto isso iria afetar o peso dessas pessoas, a estrutura dos ossos, e a densidade, e você tem que construir tudo ao redor disso, e isso é muito interessante de se explorar.

Depois que você começou com um personagem, o quão rápido todo o universo se envolveu em sua mente?
Muito rápido. Eu escrevi o livro em menos de dois meses. Eu não fiz um esboço dele, o que foi bem problemático quando estava próximo do final, mas em grande parte a história estava praticamente formada porque Darrow tinha uma motivação muito forte. Eu sempre fui um fã da noção de que um livro é a guerra de um coração contra si mesmo, e é isso o que eu penso que um bom personagem é, e Darrow tem isso dentro de si porque ele não quer nada mais além de amor.

Em Red Rising a sociedade é dividida entre a hierarquia de castas codificadas por cores, com os Vermelhos na base e os Ouros no topo. Como que esse sistema surgiu?
A origem está em A República, de Platão, no qual ele diz que em uma sociedade perfeita os homens deveriam formar uma hierarquia natural. Há homens com almas ouro, homens com almas de cobre, ferro. Os de ferro deveriam lavrar o solo, enquanto os de almas ouro deveriam governar a cidade. Mas ele não acreditava que isso deveria ser passado através do nascimento; ele acreditava em uma meritocracia. O problema é que ele não viu que as pessoas gostariam de acumular riquezas ou poder e passar isso para aqueles que amam. Então eu pensei que isso seria interessante. Nós temos uma meritocracia, mas como isso poderia ser envenenado?

Enquanto escrevia, você tinha a consciência de qualquer comentário contemporâneo social que você poderia fazer?
Não estou tentando dizer nada a ninguém. Tinha 23 anos quando eu escrevi esse livro, que é uma experiência de vida bem limitada, então eu tenho que fazer isso com um nível bem grande de humildade. Não necessariamente diz o que eu penso, mas o que é real nesse mundo imaginário. Reivindicar algumas grandes noções de crítica governamental não é algo que eu sempre quis fazer. O que é realmente interessante para mim é como as pessoas e a economia funcionam e como grupos tomam decisões. É divertido ver como as coisas de acontecem em padrões parecidos. Somos muito previsíveis em termos do arco geral da história. E isso é realmente o que eu queria ver em Red Rising: o que nós reconhecemos no mundo deles que é paralelo ao nosso próprio mundo, apesar do mundo deles ser completamente diferente, e apesar deles olharem para a democracia como uma coisa abominável. O segundo livro irá se concentrar ainda mais na mídia e na ideia de propaganda, o que é algo com o qual sou fascinado.

Todas as castas tem seu próprio dialeto com suas gírias distintas (como os Vermelhos em ‘bloodydamn’*). Como você criou isso?
* traduzido como ‘porra’ na versão brasileira.
Eu baseei muitas das gírias dos Vermelhos em pôsteres que foram colocados em Nova Iorque durante a imigração irlandesa no final da metade do século 19. Eu peguei um pouco do palavreado deles e só alterei. Já para os Cinzas há uma inflexão mais londrina. Mas eu acho que é arriscado porque criar gírias é muito besta às vezes. Battlestar Galáctica usava a palavra “frak”, e leva um tempo para se acostumar. Mas depois você sente como se fosse parte de um clube. A linguagem é uma maneira de nós pertencermos, e pensei que seria incrível dar aos fãs e aos meus personagens uma maneira de se comunicar e pertencer a algum lugar.

Quem você diria que são os principais escritores que o influenciaram em sua criação de Red Rising?
Obviamente os contemporâneos, eu diria. J.K. Rowling, porque ela surgiu em uma nova era em que a cultura da fantasia está sendo aceita pela sociedade dominante de uma maneira bem melhor que J.R.R. Tolkien conseguiu. Eu acho que Gene Wolfe, que é um escritor mais dedicado à ficção científica, é fantástico. Stephen King é incrível, mas mais porque eu me dei conta de que, apesar de eu ficar totalmente imerso nas histórias dele, não consigo escrever nem um pouco como ele, e não tenho nem um pouco de paciência, e George R.R. Martin por conta da quantidade incrível de histórias que ele consegue juntar. E Frank Herbert também. Eu acho que Duna e O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas são os paralelos mais próximos de Red Rising em termos de tom e história. As pessoas o comparam a Jogos Vorazes ou Maze Runner e outras coisas do tipo, mas eu sempre senti que a alma de Red Rising é muito mais na linha de Alexander Dumas e Frank Herbert. Aqueles caras eram clássicos, eu não estou me comparando a eles, mas foi de lá que eu tive a inspiração. E então eu diria que Tolkien teve uma grande influência em mim assim como Homero e Sófocles.

Como você descreveria seu estilo de escrita?
Eu quero que meu estilo de escrita seja algo acessível, e é por isso que é tão interessante ter o livro sendo chamado de Jovem Adulto. Há muitas discussões entre os leitores: É Jovem Adulto ou não é? Eu não sei. Mas o negócio é que o Jovem Adulto é simplesmente um livro que é interessante em cada capítulo. Muitos livros não são necessariamente assim. Muitos dos meus livros favoritos não são assim, e isso requer uma boa dose de paciência, e eu não sei se essa paciência está alinhada com o jeito moderno de se pensar. Estou sempre lutando com isso: Deveria alongar mais a história, mas então perder o interesse do leitor? Como eu faço esse balanço da velocidade do livro com o conteúdo? Meu editor sempre sabe quando eu estou lendo um autor russo ou coisas que não foram escritas nos últimos 30 anos porque minha escrita começa do nada a ficar muito inchada, e há várias conversas inconsequentes, e ele me pergunta, “Como isso está conduzindo a trama? Seu leitor acabou de parar de ler”.

Você acha que pensa sobre esse mundo o tempo inteiro agora? É difícil se desligar?

É bem difícil. É impossível me desligar se eu estou dirigindo e escutando música ou se eu estou fazendo alguma coisa que não requer muita atividade mental. Eu divago, e eu não penso sobre minha vida, eu penso sobre Red Rising. Eu me sinto muito abençoado nesse momento porque eu tive a oportunidade de realmente refletir sobre esses personagens e o mundo que os envolve. Quando você ler o segundo livro, acho que você poderá notar como minha escrita melhorou porque eu entendo aquele mundo melhor, eu entendo as motivações desses personagens melhor e é menos forçado, simplesmente flui de dentro de mim agora. É muito divertido, e é assim porque eu não saio desse mundo. E enquanto é difícil separar o trabalho da realidade às vezes, sair desse mundo e ter uma conversa é incrível agora porque há uma conexão com os personagens.

Como Darrow evoluiu com você se desenvolvendo mais como um escritor?
Ele é mais introspectivo, ele se preocupa mais com as pessoas ao seu redor, e acho que ele tem uma visão bastante míope do mundo, enquanto foi fácil escrever Red Rising, eu também estava testando o leitor, e eu acho que o leitor irá gostar de Darrow muito mais com o progresso da série. É difícil porque eu sei que eu criei um personagem que algumas pessoas não gostam porque ele é impulsionado por uma única coisa e ele não é legal com as pessoas que gostamos. O que é frustrante às vezes é que as pessoas pensam que esse cara sou eu, que essas são as minhas opiniões. Mas não, esse é Darrow. Ele fica mais esperto enquanto as coisas progridem, e isso é muito bom para mim. Ele se torna um homem.

Qual foi a parte mais emocionante da jornada até agora?

Há duas coisas, na verdade. Uma é escrever algo e meu editor dizer, “Não, Darrow não faria isso,” e me dar conta que eu criei algo além de mim mesmo, é quase como se o produto fosse maior e mais esperto do que eu posso ser. Com sorte! A outra coisa é provavelmente alguém dizer “bloodydamn” para mim.

Quais foram os desafios mais difíceis que você encontrou para adaptar o livro para as telas de cinema?
Os maiores desafios são entender o que a audiência sabe e o que não sabe. Porque o mundo é tão vasto que é difícil levar a sua audiência pela mão no formato de cinema sem se sentir condescendente e sair explicando tudo. O que eu tento às vezes é tirar a complexidade do monólogo interior de Darrow. Com o livro nós podemos estar dentro de sua mente, e mesmo que você concorde ou não com suas decisões, você entende porque ele as tomou. No filme há muitas oportunidades de alienar o público pelas ações terríveis de Darrow. É um processo muito complicado, e é novo para mim. Mas eu também estou escrevendo para séries de TV no momento. Eu comecei a escrever alguns programas de ficções científicas baseados em fantasias que em breve vão ter seus pilotos, e eu estou muito animado com eles.

Você também está escrevendo o livro três no momento?

Sim, e está muito bem. Estava tendo uns problemas para começar porque, antes desses livros, eu nunca escrevi nada com sequencias. É difícil, querer fazer justiça ao personagem, dar um nó em todas as pontas soltas, e estruturar tudo de forma apropriada. Não quero me meter em um buraco. Então com o livro dois demorou um pouco mais para escrever que o primeiro, e com o três eu realmente tenho feito muitos esboços. Na verdade tive que escapar por algumas semanas, meus pais tem uma cabana na costa de Washington, então eu fui lá para escrever em frente à lareira e fiz bastante trilhas, e isso realmente ajudou a limpar meu bloqueio criativo.

Você tem um título para o livro três?
Sim, eu tenho.

Você pode compartilhar?
Na verdade, não. (Nota do LeS: essa entrevista é um pouco antiga, o título do terceiro livro já foi revelado. Será Morning Star.)

Pergunta dos leitores do Goodreads

Sem dar nenhum spoiler significante, você pode nos dar um gostinho de Golden Son?
Darrow começa a entender que o que os Ouros mais temem é a guerra civil, e então ele começa a entender a si mesmo como o Ceifeiro e o criador do caos. Então eu lhe perguntaria: Como alguém cria o maior caos na cultura dos Ouros?

Se você pudesse escolher um ator para interpretar Darrow, quem seria?
Um ótimo ator.

Porque você escreve? É porque você gostaria de falar sobre o mundo para as pessoas, ou porque você gostaria de entender o mundo para si mesmo?
É porque quero compartilhar um mundo.

Uma das minhas coisas favoritas em Red Rising é o oposto de outras séries similares no fato de que Darrow está reconstruindo ao invés de estar passando por uma decadência lenta. Foi importante que você sentisse que ele não tinha nada a perder desde o início?
Sim, eu acho que esse é o ponto. Porque eu comecei com Eo e com aquela perda, e quando você faz isso, você começa quase que do nada, e é como reconstruir um homem e um sonho.

Como será quando você tiver que dizer adeus para esse universo, quando você terminar o livro três?
Muito, mas muito sangue. Brincadeira. Eu acho que depende de como eu o terminar – eu tenho dois possíveis finais que estou escrevendo agora; vou ver qual é mais tematicamente melhor quando chegar lá – mas eu definitivamente será como dizer adeus a um velho amigo e talvez um que eu nunca mais veja.

Qual é a quantidade de escrita que você faz por dia?
Eu tento escrever pelo menos oito horas por dia. Eu acordo, tomo meu café da manhã, leio o jornal ou leio um livro de poesia, particularmente livros de romances ingleses porque eles têm boas expressões e frases e realmente me ajudam em meu próprio uso de palavras. Eu escrevo até a hora do almoço e às vezes tenho um intervalo para comer ou ir malhar, e então eu volto e escrevo por mais quatro horas. Eu tento terminar por volta das 7 ou 8 da noite, porque senão, eu estarei acordado até às 4 da manhã, não necessariamente trabalhando, mas sem conseguir dormir porque estarei pensando sobre aquilo, e isso é problemático porque acaba comigo no próximo dia. Tento tratar minha rotina como a de um trabalho normal pois tenho esse relógio batendo dentro de mim que diz que eu devia estar trabalhando porque eu não estou realmente vivendo a vida real. É quase como se eu fosse seguido por ai essa culpa enorme por não estar produzindo.

Você tem algum hábito de escrita ou ritual?
Café. E eu entro em um estado que estou escrevendo e bloqueio todo o resto. Uso aqueles fones de ouvido que bloqueiam o barulho de fora, e é realmente traumatizante porque de vez em quando um amigo entra na minha casa e surge por trás de mim e me dá um susto enorme. É um jeito muito perigoso de escrever.

O que você está lendo no momento?

Ancillary Justice de Ann Leckie e um livro que um amigo me deu sobre Gustave Doré, meu artista favorito. Ele fez várias gravuras para Paraíso Perdido e a Divina Comédia de Dante.


Fonte pesquisada:

 http://livrosemserie.com.br/


domingo, 1 de maio de 2016

Revelada a capa do terceiro e último livro da série Fúria Vermelha
 Hoje o site da Entertainment Weekly relevou a capa do terceiro livro da trilogia de Pierce Brown, Fúria Vermelha. O título do último volume é Morning Star (Estrela da Manhã, em tradução livre). 

Os dois primeiros livros foram incríveis – o segundo inclusive com um final devastador -, então vocês conseguem imaginar o alvoroço dos leitores da série para o lançamento do livro final dessa trilogia de estreia de Pierce Brown? Quais reviravoltas nos aguardam? O que será de Darrow? O que o futuro guarda para o Chacal e Cassius? Tantas alternativas, tantas saídas… poderia passar o dia todo aqui especulando sobre os acontecimentos desse tão aguardado desfecho.

Morning Star será lançado nos Estados Unidos no dia 09 de fevereiro e deve ser lançado no Brasil ainda esse ano pela Globo Alt, mas nenhuma previsão certa de data.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

“Uma história sobre como o amor é capaz de florescer nas situações mais improváveis.” Elle, Reino Unido

O maior best-seller de Jojo Moyes ganha agora as telas de cinema

Autora de mais de dez livros, Jojo Moyes tem em Como eu era antes de você seu maior êxito comercial: o livro já vendeu quase oito milhões de exemplares em todo o mundo e ocupou o topo da lista de mais vendidos em nove países. Agora a irresistível história de amor chega aos cinemas com roteiro adaptado pela própria autora e com Emilia Clarke (Game of Thrones) e Sam Claflin (Jogos Vorazes) nos papéis de Will e Lou.
Em Como eu era antes de você, Lou Clark é uma jovem cheia de vida e espontaneidade, que sabe uma porção de coisas. Ela sabe quantos passos separam sua casa do ponto de ônibus. Sabe que adora trabalhar como atendente em um café e sabe que provavelmente não ama seu namorado, Patrick. O que Lou não sabe é que está prestes a perder o emprego, e que isso a obrigará a repensar toda sua vida.
Will Traynor, por sua vez, sabe que o acidente com a motocicleta tirou dele a vontade de viver. Ele sabe que o mundo agora parece pequeno e sem graça, e sabe exatamente como vai dar um fim a tudo isso.
O que Will não sabe é que a chegada de Lou vai trazer de volta a cor à sua vida. E nenhum deles desconfia de que esse encontro irá mudar para sempre a história dos dois.
· O trailer oficial de Como Eu Era Antes de Você teve mais de 65 milhões de visualizações em menos de um mês, e o Brasil é o país recordista de acessos.
· Jojo Moyes é uma das poucas escritoras no mundo a emplacar três livros ao mesmo tempo na lista de mais vendidos do The New York Times.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Harlan Coben já vendeu mais de um milhão de livros no Brasil.

Vencedor de diversos prêmios, Harlan Coben é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana
Clique na imagem leia 1º capitulo
 http://editoraarqueiro.com.br/diversos/info/2016/2016_04_22Naofale/Naofalecomestranhos_Trecho.pdf 
“Harlan Coben descreve a busca pela verdade com habilidade magistral, numa trama cheia de surpresas, entrelaçando histórias de diferentes personagens com suavidade e inteligência. Além de tudo, ainda consegue ser engraçado.” – New York Times Book Review

O estranho aparece do nada e, com poucas palavras, destrói o mundo de Adam Price. Sua identidade é desconhecida. Suas motivações são obscuras. Mas suas revelações são dolorosamente incontestáveis.
Adam levava uma “vida dos sonhos” ao lado da esposa, Corinne, e dos dois filhos. Quando o estranho o aborda para contar um segredo estarrecedor sobre sua esposa, ele percebe a fragilidade do sonho que construiu: teria sido tudo uma grande mentira?
Assombrado pela dúvida, Adam decide confrontar Corinne, e a imagem de perfeição que criou em torno dela começa a ruir. Ao investigar a história por conta própria, acaba se envolvendo num universo sombrio repleto de mentiras, chantagens e assassinatos.
Intrigante e perturbador, Não fale com estranhos é mais que um suspense de tirar o fôlego. É uma reflexão sobre o bem e o mal, o amor e o ódio, o certo e o errado, os segredos, as mentiras e suas consequências devastadoras.

SOBRE O AUTOR:
Aclamado na França, Coben é conhecido como “o mestre das noites em claro”. Seu livro Não conte a ninguém foi transformado no premiado filme homônimo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet, disponível no Brasil em DVD. Em 2015, Que falta você me faz também teve os direitos vendidos para o cinema.
Harlan nasceu em Newark, Nova Jersey. Depois de se formar em ciência política, trabalhou no setor de turismo. Atualmente produz a minissérie baseada em Não há segunda chance para a maior rede de transmissão de TV da Europa. Ele mora em Nova Jersey com os quatro filhos e a esposa.
Thalita Rebouças já vendeu 2 milhões de livros.
 Tetê acaba de se mudar com a família toda para Copacabana, no Rio de Janeiro, para a casa dos avós. O lindo e espaçoso apartamento da Barra da Tijuca em que morava teve que ser vendido, pois com a crise o pai foi demitido, e o resultado é que a vida dela virou de cabeça para baixo. Além de perder a privacidade, tendo que dividir o espaço com cinco parentes malucos que brigam o tempo todo, ela perdeu todas as suas referências. A única coisa que a deixa feliz é cozinhar. E, claro, comer as delícias que faz.

O lado bom foi se livrar do antigo colégio, no qual sofria bullying por causa de seu jeito peculiar. Sem contar sua desilusão amorosa... O problema é que ela está apavorada, porque agora tudo será novo e estranho, com o ensino médio, com a nova escola, e sem conhecer ninguém. E morre de medo de ser excluída ou de sofrer bullying novamente. Ela está bem mal, para dizer a verdade. Ou talvez seja um pouco de drama, porque já no primeiro dia as coisas parecem ser um pouco diferentes... Pelo jeito, tudo vai mudar, e para melhor.


SOBRE A AUTORA:
Thalita Rebouças nasceu no Rio de Janeiro e é jornalista de formação, mas abandonou as redações para batalhar por seu sonho de ser escritora, que tinha desde criança. Deu certo. Aos 25 anos, publicou seu primeiro livro, Traição entre amigas (Ao Livro Técnico) e, ao longo de 16 anos de carreira, a autora de Fala sério, mãe! (Rocco), que tem paixão por brigadeiro de colher, samba e adrenalina, publicou 20 títulos, teve suas obras traduzidas no exterior em mais de 20 países e já vendeu 2 milhões de livros. Agora, pela Editora Arqueiro, conta a história de Tetê, a garota que aprendeu a superar dificuldades.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

De Douglas Adams: O guia definitivo do Mochileiro das Galáxias – A trilogia de cinco em um único volume 
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 http://editoraarqueiro.com.br/diversos/info/2016/2016_04_15GuiadefinitivoMochileiro/GuiadefinitivoMochileiroGalaxias_Trecho.pdf

Tema: Ficção - Categoria: Literatura estrangeira – Subcategoria: Ficção científica
Palavras-chave: Ficção inglesa – Mochileiro das Galáxias – Toalha – Universo – Aventura – Humor – Espaço – Tempo

RESENHA:
Pela primeira vez, reunimos em um único volume os cinco livros da cultuada série O Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.
Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, a saga do britânico esquisitão Arthur Dent pela Galáxia conquistou leitores do mundo inteiro. O humor ácido e as tramas surreais de Douglas Adams se tornaram ícones de uma geração e seguem fascinando – e divertindo – leitores de todas as idades. Pegue sua toalha, embarque nessa aventura improvável e, é claro, não entre em pânico!

O Guia do Mochileiro das Galáxias
Segundos antes de a Terra ser destruída para dar lugar a uma via expressa interespacial, Arthur Dent é salvo por Ford Prefect, um E.T. que fazia pesquisa de campo para a nova edição de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Pegando carona numa nave alienígena, os dois dão início a uma alucinante viagem pelo tempo e pelo espaço.

O Restaurante no Fim do Universo
Arthur Dent e seus quatro estranhos companheiros viajam pela Galáxia a bordo da nave Coração de Ouro, em uma busca desesperada por algum lugar para comer. Depois de fazer a refeição mais estranha de suas vidas, eles seguem pelo espaço e acabam descobrindo a questão sobre a Vida, o Universo e Tudo Mais.

A Vida, o Universo e Tudo Mais
Arthur Dent passou os últimos cinco anos abandonado na Terra pré-histórica, mas ainda acordava todos os dias com um grito de horror. No entanto, talvez fosse melhor continuar nessa tediosa rotina do que ser arrastado para a sua próxima missão: salvar o Universo dos temíveis e infelizes robôs xenófobos do planeta Krikkit.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

“Uma das melhores escritoras de romance de todos os tempos.” – Julia Quinn, autora da série Os Bridgertons 
Clique na imagem leia 1º Capitulo
 http://editoraarqueiro.com.br/diversos/info/2016/2016_04_13Seducaodaseda/Seducaodaseda_Trecho.pdf
“Loretta Chase reúne diálogos ágeis, erotismo e o estilo do século XIX em uma deliciosa história de amor.” – Publishers Weekly

Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon.
Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna.
O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas.
Primeiro livro da série As Modistas, Sedução da seda é como um vestido minuciosamente desenhado por Loretta Chase: de cores suaves e românticas em alguns trechos, mas adornado com os detalhes perfeitos para seduzir.

SOBRE A AUTORA:
Loretta Lynda Chekani nasceu em 1949 numa família albanesa. Assim que aprendeu a escrever, passou a pôr no papel as histórias que inventava. Formou-se em inglês pela Clark University, onde trabalhou meio período como professora ao mesmo tempo que escrevia roteiros.
“Lois Lowry magistralmente apresenta outra história assombrosa e provocadora. A autora volta a temas passados e os alça a um nível superior.” – Publishers Weekly 
Clique na imagem leia 1º capitulo
 http://editoraarqueiro.com.br/diversos/info/2016/2016_04_13Omensageiro/Omensageiro_Trecho.pdf 
“A escrita habilidosa de Lois Lowry dá um suspense crescente à história e suas descrições são particularmente vívidas e impactantes. Os protagonistas dos livros anteriores ressurgem em O mensageiro, e o chocante desfecho provocará grandes discussões.” – School Library Journal

Há seis anos, Matty chegou ao pacato Vilarejo. Sob os cuidados de Vidente, um cego que tem uma visão especial, ele amadureceu e se adaptou à nova vida. Agora, espera receber seu nome verdadeiro, que determinará seu valor ali, como ocorre com todos os habitantes.
Contudo, algo nefasto está se infiltrando no Vilarejo, e os moradores, antes orgulhosos de receber forasteiros, passam a exigir que as fronteiras sejam fechadas para se protegerem.
Por ser um hábil mensageiro, Matty é encarregado de avisar os outros povoados sobre o bloqueio. Sua missão também tem outro grande objetivo: buscar Kira, a filha de Vidente, antes que seja tarde demais.
Ele é o único capaz de viajar pela Floresta, que já provocou algumas mortes. O problema é que ela também está se tornando um lugar perigoso para o garoto. Mas muitos dependem de Matty. Então, armado apenas de um poder recém-descoberto, ainda incompreensível e incontrolável, ele se arriscará a fazer o que talvez seja sua última viagem.

SOBRE A AUTORA:
Lois Lowry tem mais de 40 livros publicados e já recebeu diversos prêmios, como o Boston Globe-Horn Book, o Dorothy Canfield Fisher, o Mark Twain e a Medalha California Young Readers. Ganhou duas vezes a Medalha John Newbery, da Association for Library Service to Children, uma delas por O Doador de Memórias – traduzido para 39 idiomas e adaptado para o cinema –, o primeiro volume desta série.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ultraman ganha série em mangá pela Editora JBCultraman_jbc 
Um dos grandes ícones da cultura pop japonesa – ao lado de Godzilla -, o herói foi responsável não só por sedimentar o gênero tokusatsu no mundo, como também abriu caminho para as séries dos demais guerreiros espaciais oriundos da Nebulosa M-78.
O mangá do Ultraman que a JBC publicará é uma atualização do Ultraman clássico. A história é uma oportunidade de ver novas aventuras do herói contextualizadas para os dias de hoje, além de “desmistificar” alguns mistérios da série clássica e resgatar os personagens da Família Ultra.
Escrito por Eiichi Shimizu e ilustrado por Tomohiro Shimoguchi, esse Ultraman futurista é publicado desde 2012 na revista Monthly Hero’s, tem até o momento seis volumes e segue em andamento no Japão.
O novo mangá tem início anos após os eventos vistos na série original Ultraman. Após diversas batalhas para defender a Terra, o herói nunca mais foi visto. Muitos acreditavam que ele tinha voltado para seu planeta natal e, com o tempo, acabou se tornou uma lenda.
A Patrulha Científica (Science Special Search Party) ainda é a força de defesa da Terra, da qual Shinjiro Hayata, filho de Shin Hayata (o Ultraman original), faz parte. Desde criança, Shinjiro mostrou não ser comum. Dotado de poderes especiais, ele nunca soube que seu pai um dia foi o hospedeiro humano do Ultraman. O próprio Hayata, hoje ministro da defesa, não se lembrava mais de quando compartilhava seu corpo com o herói espacial. Mas a situação não tarda a mudar. Quando uma nova invasão alienígena tem início, a vida do jovem patrulheiro irá mudar drasticamente.

sábado, 9 de abril de 2016

A adaptação à TV da aclamada HQ Preacher

Preacher é uma série sobrenatural que mistura comédia, drama e acompanha Jesse Custer (Dominic Cooper), um pastor do Texas, que junto com sua ex-namorada Tulipa (Ruth Negga) e um trlandês vagabundo chamado Cassidy (Joseph Gilgun), são introduzidos em um mundo muito maior do que imaginavam.
A atração gira em torno de Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino. Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.
Ruth Negga (Agents of SHIELD) será a criminosa Tulipa O’Hara; Ian Colletti (Rake) faz o Cara de Cu (Arseface); Joseph Gilgun (Misfits) será o vampiro irlandês Cassidy; Lucy Griffiths (True Blood, Constantine) e Elizabeth Perkins (Weeds) vivem, respectivamente, as personagens originais Emily Woodrow, mão direita de Jesse Custer e Vyla Quinncannon, dona de um matadouro que tem um passado com o pai de Jesse; e Jackie Earle Haley (RoboCop, A Hora do Pesadelo) fará o decrépito vilão Odin Quincannon, que o tornará o homem mais poderoso do Condado de Annville County, no Texas.
Seth Rogen co-dirige o primeiro episódio ao lado de Evan Goldberg, seu parceiro nos filmes A Entrevista e É o Fim. Os dois também escreveram o piloto.
  1. Cassidy is ready... Are you? Tune-in to this Sunday at 9/8c for a new, extended scene from .
  2.   Retweetou
    ICYMI: This year’s winner will get an advanced screening of w/!
  3. Are you a college student who loves ? You could get a private screening with . Details here:

Lex Luthor assume o posto de novo Superman


Duas páginas de Liga da Justiça #49 e #50 – textos de Geoff Johns e desenhos de Jason Fabok – foram mostradas no painel da DC All Access.
Como novo governante de Apokolips, Luthor posicionou-se no trono que pertencia a Darskeid utilizando a armadura do SuperMan, deixando no ar o questionamento se isso significa que ele deseja não apenas destruí-lo como também ocupar o lugar dele – veja mais abaixo.

As edições de número 49 e 50 chegam às bancas em 20 de abril e 25 de maio, respectivamente.

No entanto, ainda não se sabe qual versão da personagem vai se transformar na Superwoman.

No momento, há duas Lois Lane no universo da DC, a da iniciativa Os Novos 52 e a da revista Superman: Lois & Clark.

A Superwoman tem uma nova identidade nos quadrinhos. A DC Comics anunciou que ninguém menos que Lois Lane assumirá o manto da heroína na próxima grande saga da editora, intitulada Rebirth.
No entanto, ainda não se sabe qual versão da personagem vai se transformar na Superwoman. No momento, há duas Lois Lane no universo da DC, a da iniciativa Os Novos 52 e a da revista Superman: Lois & Clark.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Em A fantasia da família distante, a vencedora do Prêmio Jabuti aborda um assunto difícil de maneira descontraída e emocionante

Globinho lança novo livro da premiada autora Stella Maris Rezende

Conduzida por um narrador peculiar, a história criada por Stella Maris Rezende mostra uma família comum e ao mesmo tempo extraordinária. Carlos, Cecília e seus três filhos, Clarice, João e Graciliano, recebem a visita de tios que vem de longe para tentar resolver um problema difícil. A maneira como lidam com o assunto, porém, é o que encantará os leitores deste lançamento da Globinho.
Em A fantasia da família distante, a autora não abre mão de sua prosa liricamente elaborada e não adoça a trama. Como em seus demais livros, Stella Maris fala de assuntos delicados, sem subestimar a capacidade de compreensão de seu público. A história atrai a atenção das crianças apresentando certo tom de mistério no enredo e valendo-se de personagens cativantes, com uma capacidade de imaginação imensa. Com eles, é possível aprender a encarar a vida como ela é, sem deixar de viver de maneira leve e sonhadora.
No livro, a escritora apresenta diversas referências à literatura brasileira, tanto nos nomes dos personagens quanto em passagens que apresentam expressões conhecidas dos leitores, estimulando o hábito da leitura nas crianças.

A autora

Stella Maris Rezende é mineira de Dores do Indaiá. Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília, desenhista, escritora e atriz. Publicou dezenas de livros para o público adulto e o infantojuvenil. Recebeu prêmios importantes, entre eles: João-de-Barro (1986, 2001 e 2008), Barco a Vapor 2010/Fundação SM, Prêmio Jabuti 2012 e 2014, Prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte 2013 e Prêmio Brasília de Literatura 2014. Viveu parte da infância em Belo Horizonte, mudou-se para Brasília em 1962 e desde 2007 vive no Rio de Janeiro. Pela Globo Livros, publicou Missão Moleskine (2014) e a trilogia composta por As gêmeas da família (2013), A sobrinha do poeta (2012) e A mocinha do Mercado Central (2011), este vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Livro Juvenil e Melhor Livro de Ficção de 2012. Pelo selo Globinho, também publicou A poesia da primeira vez (2014) e A coragem das coisas simples (2015).

segunda-feira, 4 de abril de 2016

“Um livro repleto de reviravoltas e genuinamente emocionante.” – The Times

“Maravilhosamente romântico e comovente.” – Daily Mail


Seis anos depois de ter saído da Inglaterra, a melancólica e reservada Liza McCullen é a responsável por um barco de observação de baleias e golfinhos em Silver Bay, na Austrália, onde também administra com a tia, Kathleen, o Hotel Baía da Esperança, que já viu dias melhores.
Hospedado no hotel de Liza, Mike Dormer está lá a negócios: depende dele o pontapé inicial do projeto de um resort de luxo. Enquanto sua noiva, em Londres, finaliza os planos do casamento, Mike tem de conseguir a licença para a construção do empreendimento, algo que terá profundo impacto na fauna de Silver Bay e consequências drásticas para a vida dos moradores, inclusive a de Liza, que guarda um grande segredo e correrá perigo caso precise se mudar dali.
Quando o mundo de Mike e Liza colidem de forma irremediável, eles precisam encarar os próprios medos para salvar o que amam. Com personagens cativantes em um cenário encantador, Baía da Esperança é um romance comovente e irresistível, repleto do humor e da generosidade que marcam as obras de Jojo Moyes.

• Jojo Moyes ocupa hoje as principais listas de mais vendidos do Brasil com seus títulos Como eu era antes de você e Depois de você.

• Como eu era antes de você, um dos maiores sucessos da autora, chega em junho aos cinemas em adaptação estrelada por Emilia Clarke (Game of Thrones) e Sam Claflin (Jogos Vorazes), com roteiro da própria Jojo Moyes.

• Os livros de Jojo Moyes publicados pela Intrínseca já venderam mais de 600 mil exemplares no Brasil. No mundo, a autora ultrapassa a marca de 7,5 milhões de livros vendidos.

• Quinto livro de Jojo Moyes, Baía da Esperança, antes publicado pela editora Bertrand Brasil, tem agora nova edição, lançada pela editora Intrínseca.

Outros livros da autora:
A última carta de amor, A garota que você deixou para trás, Um mais um, Como eu era antes de você e Depois de você 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O autor soma mais de 500.000 seguidores no Twitter e no Facebook e mantém um diálogo constante com os fãs brasileiros.

Nova série de Rick Riordan traz de volta Percy Jackson e os deuses do Olimpo

Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York. Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus.

O problema é que isso não vai ser tão fácil. Apolo tem inimigos para todos os gostos: deuses, monstros e até mortais. Com a ajuda de Meg McCaffrey, uma semideusa sem-teto e maltrapilha, e Percy Jackson, ele chega ao Acampamento Meio-Sangue em busca de ajuda, mas acaba se deparando com ainda mais problemas. Vários semideuses estão desaparecidos e o Oráculo de Delfos, a fonte de profecias, está na mais completa escuridão.
Agora, o ex-deus terá que solucionar esses mistérios, recuperar o oráculo e, mais importante, voltar a ser o imortal belo e gracioso que todos amam.

· Em O oráculo oculto Rick Riordan retoma os acontecimentos do último livro da série Os heróis do Olimpo.

· Personagens queridos do público, como Percy Jackson, Will Solace e Nico di Angelo, estão de volta, vivendo novas aventuras e desvendando novos mistérios.

· Rick Riordan é um dos principais autores para o público jovem da atualidade. Já vendeu no Brasil mais de 5 milhões de exemplares com as séries Percy Jackson e os olimpianos, Os heróis do Olimpo, As crônicas dos Kane e Magnus Chase e os deuses de Asgard, provando o incrível alcance de suas criações.